Archive for the ‘Site’ Category


Jan 31,2012

Feliz Aniversário, Felipe Martins!

Posted by Wellington with No Comments

Hoje, dia 31 de janeiro, o nosso querido newsposter Felipe Martins está fazendo aniversário, comemorando mais um ano de vida. É uma data muito especial. Afinal, além de ser uma pessoa sensacional, amiga e companheira, Felipe é um dos newsposters mais competentes do Vampire Diaries Brasil, sempre contribuindo e se esforçando ao máximo para trazer o melhor conteúdo para os fãs.

Além de trabalhar com muito rigor e competência aqui no portal, Felipe também escreve notícias para o site Secret Circle Brasil (dos mesmos criadores do VDBR).

É difícil falar de uma pessoa que possui tantas qualidades: que é extremamente comprometida com tudo o que faz, que é esforçada, que está sempre disposta a reunir e ajudar os amigos, que possui um coração gigantesco, do tamanho do nosso amor por Vampire Diaries…

Adoramos MUITO você! Parabéns pelo seu dia!!!



Jan 31,2012

Feliz Aniversário, Felipe Martins!

Posted by Wellington with 2 Comments

Hoje, dia 31 de janeiro, o nosso querido newsposter Felipe Martins está fazendo aniversário, comemorando mais um ano de vida. É uma data muito especial. Afinal, além de ser uma pessoa sensacional, amiga e companheira, Felipe é um dos newsposters mais competentes do Vampire Diaries Brasil, sempre contribuindo e se esforçando ao máximo para trazer o melhor conteúdo para os fãs.

Além de trabalhar com muito rigor e competência aqui no portal, Felipe também escreve notícias para o site Secret Circle Brasil (dos mesmos criadores do VDBR).

É difícil falar de uma pessoa que possui tantas qualidades: que é extremamente comprometida com tudo o que faz, que é esforçada, que está sempre disposta a reunir e ajudar os amigos, que possui um coração gigantesco, do tamanho do nosso amor por Vampire Diaries…

Adoramos MUITO você! Parabéns pelo seu dia!!!



Jan 29,2012

Novas vagas VDBR!

Posted by Suane Viana with No Comments

O Vampire Diaries Brasil quer você para fazer parte da família. Tem interessa? Veja as vagas disponibilazadas e veja qual você se interessa. As inscrições se encerram no dia 07/02 e assim que possível será divulgado o resultado. Boa sorte para todos!

Redatores – responsáveis pela atualização do site, pela publicação de matérias, entrevistas e textos relacionados à série e seu elenco. Além disso, o redator é responsável por publicar no site imagens como promos, stills, screencaps, etc. É importante que ele domine o português culto e tenha conhecimento básico da plataforma WordPress e de editores de imagem.

Tradutores (3 vagas) – Responsáveis pela tradução de textos relacionados ao seriado. Como notícias, entrevistas, sinopses dos episódios, informações sobre os atores etc. Requer conhecimento da língua inglesa e domínio do português culto. É de extrema importância a familiarização com textos de ambas línguas.

Conteúdo interno (1 Pessoa) - Chamamos conteúdo interno as páginas dos atores, personagens, etc. Precisamos de alguém que queira ajudar na composição e atualização dessas páginas. Gostaríamos de pessoas que saibam elaborar textos, com base nos textos existentes na internet (sem colar), de forma coerente. E o responsável tem de aceitar estar submetido a revisão. Entrega de um texto por semana no mínimo.

Segue abaixo o formulário.



Jan 25,2012

The Music Diaries – 3×12 – “The Ties That Bind”

Posted by Jullie with No Comments

The Music Diaries – 45º edição – Conteúdo exclusivo VDBR – Não reproduza sem os créditos.

Amigos!

O episódio da semana passada de TVD foi deveras emocionante, não? Teve emoções diferentes o tempo todo, para satisfazer todos os gostos. Fomos apresentados a alguns personagens novos e vimos que alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.

Uma das músicas desse episódio é “Code Red” do The Box Rebellion. É tocada na cena onde Alaric e a Dra. Fell estão conversando no balcão do Mystic Grill.

Me diga de novo,
Sim, eu estou perdendo você
Preso em uma linha
Você não vai voltar.

Como foi aquela noite?
Você têm corrido do amor
Você tem fugido da vida

Amiga paciência
Não são eles, é você
Com o cara maluco dizendo mentiras,
Do que você diz e do que você faz.

 Acho que todos nós, fãs, independentemente das diferenças entre Delena e Stelena, concordamos em uma coisa: O Alaric precisa parar de sofrer! Primeiro, bem lá no começo, ele sofreu por causa da ex mulher e mãe de Elena, Isobel. Depois se apaixonou por Jenna e os dois estavam começando a escrever uma bela história de amor, e o que aconteceu? Jenna foi pro beleléu. Agora, Alaric está mais duro, mais frio, mais racional. E, convenhamos, isso é totalmente compreensível.  Agora, ao que parece, os roteiristas de TVD resolveram arrumar um consolo para o pobre coração do professor – a doutora Meredith Fell. A música acima retrata essa exata situação em que Alaric se encontra – no meio de um turbilhão de medos e receios sobre o amor.  Fala sobre Alaric ter se “trancado”, se fechado para o mais lindos dos sentimentos. Ele tem fugido da vida agora por estar envolvido demais no meio dessa briga entre vampiros e híbridos.

Outra canção é “Lonely Boy”, dos The Black Keys. A banda já participou de um outro episódio de TVD e agora está de volta. Podemos ouvi-la na cena onde Klaus faz uma visita inesperada para Stefan. Vamos ver a letra abaixo:

Bem, eu estou tão acima de você
E é fácil de ver,
Mas eu acabei gostando de você, de qualquer jeito
Então você arrancou meu coração e eu não me importo de ir embora
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Eu sou um cara solitário, sou um cara solitário
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.

Bem, sua mãe ficou com você
Mas o seu pai te deixou
E eu deveria ter feito o mesmo com você
Mas eu acabei gostando de você. Eu vou sangrar?
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Eu achei engraçado o momento em que essa música é tocada. Ok, nós já percebemos que a relação entre Klaus e Stefan é meio complicada – às vezes eu realmente chego a pensar que talvez, um dia, um certo tipo de amizade verdadeira possa nascer no meio daquilo tudo. Querendo ou não, gostando ou não, Klaus é tudo o que Stefan tem agora. Aos poucos, ele foi perdendo todo o resto – a namorada, os amigos e o irmão – embora isso não signifique exatamente que ele deixou tudo isso para trás. Nesse episódio, tivemos a certeza de que Stefan ainda sente sim algo por Elena. Ele não desligou seus sentimentos. Eu poderia dizer que o ‘garoto soliário’ dessa canção é o Stefan, mas com tudo o que foi dito na cena que rolou no episódio 3×11 “Our Town” entre Klaus e Caroline…acabo achando mais seguro dizer que na verdade existem dois ‘garotos solitários’. Vejo muito de Damon em Klaus, as vezes: ele é do mal, durão, faz coisas erradas mas no fundo, bem lá no fundo, o amor pode ser a cura de grande parte desses erros. Foi assim com Damon, não foi?

E por fim, a bela música que fecha esse episódio é “Rewind” da Diane Birch.

Há tantas coisas que eu queria dizer para você
Mas eu não tenho as palavras em minha cabeça
Os dias estão passando e todas as folhas estão mudando também
Mas o tempo não vai mudar as coisas que não foram ditas.

Porque tudo está diferente agora,
Eu realmente gostaria de te dizer o quanto.

Como eu queria você aqui do meu lado
Eu sei o que eu disse, mas eu menti
Parecia ser uma risada, mas eu chorei
Oh, gostaria de poder retroceder.

 Ela começa a ser tocada quando Stefan vai embora e deixa Elena sozinha na casa da mãe de Bonnie depois que a garota confessou ter beijado Damon. Acho que isso já explica muita coisa.
Como eu disse ali em cima, no começo da edição, alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.  Quero dizer, se alguém ainda tinha alguma dúvida de que Stefan gosta de Elena, esse episódio foi o suficiente para responder qualquer tipo de pergunta. Todas as atitudes que ele vem tomando de uns tempos pra cá – ignorando, machucando e sendo grosso com Elena – foram apenas os meios que ele encontrou de protegê-la e, automaticamente, se auto proteger também, no sentido de não se machucar demais com esse amor. Por que para manter Elena segura agora que Stefan está com Klaus, era preciso que o casal ficasse separado. E embora Stefan soubesse o tempo todo do risco que estava correndo em perder Elena para Damon, não tornou as coisas mais simples quando a garota lhe disse em alto e bom som que tinha beijado Damon. Acho que a parte que mais o feriu foi que Elena “não se sentiu culpada por tê-lo beijado, e sim por Stefan não saber”. É um modo meio torto de Elena ter falado que gostou de beijar Damon. Então Stefan simplesmente chegou na frente do irmão de lhe deu um belo soco na cara. Apenas. Não comentou sobre nada, não xingou, não brigou. Apenas um soco – lembrando que estamos falando de vampiros aqui,e um soco não é uma das piores coisas que se pode acontecer, não é? O que me intriga é que esse simples beijo pode dar uma reviravolta em tudo. Já que Stefan não está mais sob os comandos de Klaus, talvez os escritores nos façam uma surpresa e façam Stefan acordar para a vida e batalhar por Elena de novo. Isso daria muito pano pra manga, já que o coração de Elena pertence à Damon agora e nós bem sabemos que o cara não vai abrir mão da amada tão fácil, ainda mais para o irmão.
Só estou especulando, ok?

A gente vai ter que esperar para ver quais são as surpresas que TVD nos reserva. Continuem de olho aqui no site para a próxima edição da TMD que será escrita pela Fê.

Quem quiser bater papo, trocar idéias sobre a trilha sonora ou qualquer coisa do tipo, é só me seguir lá no twitter: @heyjullie

Fiquem bem. Vejo vocês em breve.

xx

Ju.

 



Jan 25,2012

The Music Diaries – 3×12 – “The Ties That Bind”

Posted by Jullie with No Comments

The Music Diaries – 45º edição – Conteúdo exclusivo VDBR – Não reproduza sem os créditos.

Amigos!

O episódio da semana passada de TVD foi deveras emocionante, não? Teve emoções diferentes o tempo todo, para satisfazer todos os gostos. Fomos apresentados a alguns personagens novos e vimos que alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.

Uma das músicas desse episódio é “Code Red” do The Box Rebellion. É tocada na cena onde Alaric e a Dra. Fell estão conversando no balcão do Mystic Grill.

Me diga de novo,
Sim, eu estou perdendo você
Preso em uma linha
Você não vai voltar.

Como foi aquela noite?
Você têm corrido do amor
Você tem fugido da vida

Amiga paciência
Não são eles, é você
Com o cara maluco dizendo mentiras,
Do que você diz e do que você faz.

 Acho que todos nós, fãs, independentemente das diferenças entre Delena e Stelena, concordamos em uma coisa: O Alaric precisa parar de sofrer! Primeiro, bem lá no começo, ele sofreu por causa da ex mulher e mãe de Elena, Isobel. Depois se apaixonou por Jenna e os dois estavam começando a escrever uma bela história de amor, e o que aconteceu? Jenna foi pro beleléu. Agora, Alaric está mais duro, mais frio, mais racional. E, convenhamos, isso é totalmente compreensível.  Agora, ao que parece, os roteiristas de TVD resolveram arrumar um consolo para o pobre coração do professor – a doutora Meredith Fell. A música acima retrata essa exata situação em que Alaric se encontra – no meio de um turbilhão de medos e receios sobre o amor.  Fala sobre Alaric ter se “trancado”, se fechado para o mais lindos dos sentimentos. Ele tem fugido da vida agora por estar envolvido demais no meio dessa briga entre vampiros e híbridos.

Outra canção é “Lonely Boy”, dos The Black Keys. A banda já participou de um outro episódio de TVD e agora está de volta. Podemos ouvi-la na cena onde Klaus faz uma visita inesperada para Stefan. Vamos ver a letra abaixo:

Bem, eu estou tão acima de você
E é fácil de ver,
Mas eu acabei gostando de você, de qualquer jeito
Então você arrancou meu coração e eu não me importo de ir embora
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Eu sou um cara solitário, sou um cara solitário
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.

Bem, sua mãe ficou com você
Mas o seu pai te deixou
E eu deveria ter feito o mesmo com você
Mas eu acabei gostando de você. Eu vou sangrar?
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Eu achei engraçado o momento em que essa música é tocada. Ok, nós já percebemos que a relação entre Klaus e Stefan é meio complicada – às vezes eu realmente chego a pensar que talvez, um dia, um certo tipo de amizade verdadeira possa nascer no meio daquilo tudo. Querendo ou não, gostando ou não, Klaus é tudo o que Stefan tem agora. Aos poucos, ele foi perdendo todo o resto – a namorada, os amigos e o irmão – embora isso não signifique exatamente que ele deixou tudo isso para trás. Nesse episódio, tivemos a certeza de que Stefan ainda sente sim algo por Elena. Ele não desligou seus sentimentos. Eu poderia dizer que o ‘garoto soliário’ dessa canção é o Stefan, mas com tudo o que foi dito na cena que rolou no episódio 3×11 “Our Town” entre Klaus e Caroline…acabo achando mais seguro dizer que na verdade existem dois ‘garotos solitários’. Vejo muito de Damon em Klaus, as vezes: ele é do mal, durão, faz coisas erradas mas no fundo, bem lá no fundo, o amor pode ser a cura de grande parte desses erros. Foi assim com Damon, não foi?

E por fim, a bela música que fecha esse episódio é “Rewind” da Diane Birch.

Há tantas coisas que eu queria dizer para você
Mas eu não tenho as palavras em minha cabeça
Os dias estão passando e todas as folhas estão mudando também
Mas o tempo não vai mudar as coisas que não foram ditas.

Porque tudo está diferente agora,
Eu realmente gostaria de te dizer o quanto.

Como eu queria você aqui do meu lado
Eu sei o que eu disse, mas eu menti
Parecia ser uma risada, mas eu chorei
Oh, gostaria de poder retroceder.

 Ela começa a ser tocada quando Stefan vai embora e deixa Elena sozinha na casa da mãe de Bonnie depois que a garota confessou ter beijado Damon. Acho que isso já explica muita coisa.
Como eu disse ali em cima, no começo da edição, alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.  Quero dizer, se alguém ainda tinha alguma dúvida de que Stefan gosta de Elena, esse episódio foi o suficiente para responder qualquer tipo de pergunta. Todas as atitudes que ele vem tomando de uns tempos pra cá – ignorando, machucando e sendo grosso com Elena – foram apenas os meios que ele encontrou de protegê-la e, automaticamente, se auto proteger também, no sentido de não se machucar demais com esse amor. Por que para manter Elena segura agora que Stefan está com Klaus, era preciso que o casal ficasse separado. E embora Stefan soubesse o tempo todo do risco que estava correndo em perder Elena para Damon, não tornou as coisas mais simples quando a garota lhe disse em alto e bom som que tinha beijado Damon. Acho que a parte que mais o feriu foi que Elena “não se sentiu culpada por tê-lo beijado, e sim por Stefan não saber”. É um modo meio torto de Elena ter falado que gostou de beijar Damon. Então Stefan simplesmente chegou na frente do irmão de lhe deu um belo soco na cara. Apenas. Não comentou sobre nada, não xingou, não brigou. Apenas um soco – lembrando que estamos falando de vampiros aqui,e um soco não é uma das piores coisas que se pode acontecer, não é? O que me intriga é que esse simples beijo pode dar uma reviravolta em tudo. Já que Stefan não está mais sob os comandos de Klaus, talvez os escritores nos façam uma surpresa e façam Stefan acordar para a vida e batalhar por Elena de novo. Isso daria muito pano pra manga, já que o coração de Elena pertence à Damon agora e nós bem sabemos que o cara não vai abrir mão da amada tão fácil, ainda mais para o irmão.
Só estou especulando, ok?

A gente vai ter que esperar para ver quais são as surpresas que TVD nos reserva. Continuem de olho aqui no site para a próxima edição da TMD que será escrita pela Fê.

Quem quiser bater papo, trocar idéias sobre a trilha sonora ou qualquer coisa do tipo, é só me seguir lá no twitter: @heyjullie

Fiquem bem. Vejo vocês em breve.

xx

Ju.

 



Jan 25,2012

The Music Diaries – 3×12 – “The Ties That Bind”

Posted by Jullie with No Comments

The Music Diaries – 45º edição – Conteúdo exclusivo VDBR – Não reproduza sem os créditos.

Amigos!

O episódio da semana passada de TVD foi deveras emocionante, não? Teve emoções diferentes o tempo todo, para satisfazer todos os gostos. Fomos apresentados a alguns personagens novos e vimos que alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.

Uma das músicas desse episódio é “Code Red” do The Box Rebellion. É tocada na cena onde Alaric e a Dra. Fell estão conversando no balcão do Mystic Grill.

Me diga de novo,
Sim, eu estou perdendo você
Preso em uma linha
Você não vai voltar.

Como foi aquela noite?
Você têm corrido do amor
Você tem fugido da vida

Amiga paciência
Não são eles, é você
Com o cara maluco dizendo mentiras,
Do que você diz e do que você faz.

 Acho que todos nós, fãs, independentemente das diferenças entre Delena e Stelena, concordamos em uma coisa: O Alaric precisa parar de sofrer! Primeiro, bem lá no começo, ele sofreu por causa da ex mulher e mãe de Elena, Isobel. Depois se apaixonou por Jenna e os dois estavam começando a escrever uma bela história de amor, e o que aconteceu? Jenna foi pro beleléu. Agora, Alaric está mais duro, mais frio, mais racional. E, convenhamos, isso é totalmente compreensível.  Agora, ao que parece, os roteiristas de TVD resolveram arrumar um consolo para o pobre coração do professor – a doutora Meredith Fell. A música acima retrata essa exata situação em que Alaric se encontra – no meio de um turbilhão de medos e receios sobre o amor.  Fala sobre Alaric ter se “trancado”, se fechado para o mais lindos dos sentimentos. Ele tem fugido da vida agora por estar envolvido demais no meio dessa briga entre vampiros e híbridos.

Outra canção é “Lonely Boy”, dos The Black Keys. A banda já participou de um outro episódio de TVD e agora está de volta. Podemos ouvi-la na cena onde Klaus faz uma visita inesperada para Stefan. Vamos ver a letra abaixo:

Bem, eu estou tão acima de você
E é fácil de ver,
Mas eu acabei gostando de você, de qualquer jeito
Então você arrancou meu coração e eu não me importo de ir embora
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Eu sou um cara solitário, sou um cara solitário
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.

Bem, sua mãe ficou com você
Mas o seu pai te deixou
E eu deveria ter feito o mesmo com você
Mas eu acabei gostando de você. Eu vou sangrar?
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Eu achei engraçado o momento em que essa música é tocada. Ok, nós já percebemos que a relação entre Klaus e Stefan é meio complicada – às vezes eu realmente chego a pensar que talvez, um dia, um certo tipo de amizade verdadeira possa nascer no meio daquilo tudo. Querendo ou não, gostando ou não, Klaus é tudo o que Stefan tem agora. Aos poucos, ele foi perdendo todo o resto – a namorada, os amigos e o irmão – embora isso não signifique exatamente que ele deixou tudo isso para trás. Nesse episódio, tivemos a certeza de que Stefan ainda sente sim algo por Elena. Ele não desligou seus sentimentos. Eu poderia dizer que o ‘garoto soliário’ dessa canção é o Stefan, mas com tudo o que foi dito na cena que rolou no episódio 3×11 “Our Town” entre Klaus e Caroline…acabo achando mais seguro dizer que na verdade existem dois ‘garotos solitários’. Vejo muito de Damon em Klaus, as vezes: ele é do mal, durão, faz coisas erradas mas no fundo, bem lá no fundo, o amor pode ser a cura de grande parte desses erros. Foi assim com Damon, não foi?

E por fim, a bela música que fecha esse episódio é “Rewind” da Diane Birch.

Há tantas coisas que eu queria dizer para você
Mas eu não tenho as palavras em minha cabeça
Os dias estão passando e todas as folhas estão mudando também
Mas o tempo não vai mudar as coisas que não foram ditas.

Porque tudo está diferente agora,
Eu realmente gostaria de te dizer o quanto.

Como eu queria você aqui do meu lado
Eu sei o que eu disse, mas eu menti
Parecia ser uma risada, mas eu chorei
Oh, gostaria de poder retroceder.

 Ela começa a ser tocada quando Stefan vai embora e deixa Elena sozinha na casa da mãe de Bonnie depois que a garota confessou ter beijado Damon. Acho que isso já explica muita coisa.
Como eu disse ali em cima, no começo da edição, alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.  Quero dizer, se alguém ainda tinha alguma dúvida de que Stefan gosta de Elena, esse episódio foi o suficiente para responder qualquer tipo de pergunta. Todas as atitudes que ele vem tomando de uns tempos pra cá – ignorando, machucando e sendo grosso com Elena – foram apenas os meios que ele encontrou de protegê-la e, automaticamente, se auto proteger também, no sentido de não se machucar demais com esse amor. Por que para manter Elena segura agora que Stefan está com Klaus, era preciso que o casal ficasse separado. E embora Stefan soubesse o tempo todo do risco que estava correndo em perder Elena para Damon, não tornou as coisas mais simples quando a garota lhe disse em alto e bom som que tinha beijado Damon. Acho que a parte que mais o feriu foi que Elena “não se sentiu culpada por tê-lo beijado, e sim por Stefan não saber”. É um modo meio torto de Elena ter falado que gostou de beijar Damon. Então Stefan simplesmente chegou na frente do irmão de lhe deu um belo soco na cara. Apenas. Não comentou sobre nada, não xingou, não brigou. Apenas um soco – lembrando que estamos falando de vampiros aqui,e um soco não é uma das piores coisas que se pode acontecer, não é? O que me intriga é que esse simples beijo pode dar uma reviravolta em tudo. Já que Stefan não está mais sob os comandos de Klaus, talvez os escritores nos façam uma surpresa e façam Stefan acordar para a vida e batalhar por Elena de novo. Isso daria muito pano pra manga, já que o coração de Elena pertence à Damon agora e nós bem sabemos que o cara não vai abrir mão da amada tão fácil, ainda mais para o irmão.
Só estou especulando, ok?

A gente vai ter que esperar para ver quais são as surpresas que TVD nos reserva. Continuem de olho aqui no site para a próxima edição da TMD que será escrita pela Fê.

Quem quiser bater papo, trocar idéias sobre a trilha sonora ou qualquer coisa do tipo, é só me seguir lá no twitter: @heyjullie

Fiquem bem. Vejo vocês em breve.

xx

Ju.

 



Jan 25,2012

The Music Diaries – 3×12 – “The Ties That Bind”

Posted by Jullie with No Comments

The Music Diaries – 45º edição – Conteúdo exclusivo VDBR – Não reproduza sem os créditos.

Amigos!

O episódio da semana passada de TVD foi deveras emocionante, não? Teve emoções diferentes o tempo todo, para satisfazer todos os gostos. Fomos apresentados a alguns personagens novos e vimos que alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.

Uma das músicas desse episódio é “Code Red” do The Box Rebellion. É tocada na cena onde Alaric e a Dra. Fell estão conversando no balcão do Mystic Grill.

Me diga de novo,
Sim, eu estou perdendo você
Preso em uma linha
Você não vai voltar.

Como foi aquela noite?
Você têm corrido do amor
Você tem fugido da vida

Amiga paciência
Não são eles, é você
Com o cara maluco dizendo mentiras,
Do que você diz e do que você faz.

 Acho que todos nós, fãs, independentemente das diferenças entre Delena e Stelena, concordamos em uma coisa: O Alaric precisa parar de sofrer! Primeiro, bem lá no começo, ele sofreu por causa da ex mulher e mãe de Elena, Isobel. Depois se apaixonou por Jenna e os dois estavam começando a escrever uma bela história de amor, e o que aconteceu? Jenna foi pro beleléu. Agora, Alaric está mais duro, mais frio, mais racional. E, convenhamos, isso é totalmente compreensível.  Agora, ao que parece, os roteiristas de TVD resolveram arrumar um consolo para o pobre coração do professor – a doutora Meredith Fell. A música acima retrata essa exata situação em que Alaric se encontra – no meio de um turbilhão de medos e receios sobre o amor.  Fala sobre Alaric ter se “trancado”, se fechado para o mais lindos dos sentimentos. Ele tem fugido da vida agora por estar envolvido demais no meio dessa briga entre vampiros e híbridos.

Outra canção é “Lonely Boy”, dos The Black Keys. A banda já participou de um outro episódio de TVD e agora está de volta. Podemos ouvi-la na cena onde Klaus faz uma visita inesperada para Stefan. Vamos ver a letra abaixo:

Bem, eu estou tão acima de você
E é fácil de ver,
Mas eu acabei gostando de você, de qualquer jeito
Então você arrancou meu coração e eu não me importo de ir embora
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Eu sou um cara solitário, sou um cara solitário
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.

Bem, sua mãe ficou com você
Mas o seu pai te deixou
E eu deveria ter feito o mesmo com você
Mas eu acabei gostando de você. Eu vou sangrar?
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Eu achei engraçado o momento em que essa música é tocada. Ok, nós já percebemos que a relação entre Klaus e Stefan é meio complicada – às vezes eu realmente chego a pensar que talvez, um dia, um certo tipo de amizade verdadeira possa nascer no meio daquilo tudo. Querendo ou não, gostando ou não, Klaus é tudo o que Stefan tem agora. Aos poucos, ele foi perdendo todo o resto – a namorada, os amigos e o irmão – embora isso não signifique exatamente que ele deixou tudo isso para trás. Nesse episódio, tivemos a certeza de que Stefan ainda sente sim algo por Elena. Ele não desligou seus sentimentos. Eu poderia dizer que o ‘garoto soliário’ dessa canção é o Stefan, mas com tudo o que foi dito na cena que rolou no episódio 3×11 “Our Town” entre Klaus e Caroline…acabo achando mais seguro dizer que na verdade existem dois ‘garotos solitários’. Vejo muito de Damon em Klaus, as vezes: ele é do mal, durão, faz coisas erradas mas no fundo, bem lá no fundo, o amor pode ser a cura de grande parte desses erros. Foi assim com Damon, não foi?

E por fim, a bela música que fecha esse episódio é “Rewind” da Diane Birch.

Há tantas coisas que eu queria dizer para você
Mas eu não tenho as palavras em minha cabeça
Os dias estão passando e todas as folhas estão mudando também
Mas o tempo não vai mudar as coisas que não foram ditas.

Porque tudo está diferente agora,
Eu realmente gostaria de te dizer o quanto.

Como eu queria você aqui do meu lado
Eu sei o que eu disse, mas eu menti
Parecia ser uma risada, mas eu chorei
Oh, gostaria de poder retroceder.

 Ela começa a ser tocada quando Stefan vai embora e deixa Elena sozinha na casa da mãe de Bonnie depois que a garota confessou ter beijado Damon. Acho que isso já explica muita coisa.
Como eu disse ali em cima, no começo da edição, alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.  Quero dizer, se alguém ainda tinha alguma dúvida de que Stefan gosta de Elena, esse episódio foi o suficiente para responder qualquer tipo de pergunta. Todas as atitudes que ele vem tomando de uns tempos pra cá – ignorando, machucando e sendo grosso com Elena – foram apenas os meios que ele encontrou de protegê-la e, automaticamente, se auto proteger também, no sentido de não se machucar demais com esse amor. Por que para manter Elena segura agora que Stefan está com Klaus, era preciso que o casal ficasse separado. E embora Stefan soubesse o tempo todo do risco que estava correndo em perder Elena para Damon, não tornou as coisas mais simples quando a garota lhe disse em alto e bom som que tinha beijado Damon. Acho que a parte que mais o feriu foi que Elena “não se sentiu culpada por tê-lo beijado, e sim por Stefan não saber”. É um modo meio torto de Elena ter falado que gostou de beijar Damon. Então Stefan simplesmente chegou na frente do irmão de lhe deu um belo soco na cara. Apenas. Não comentou sobre nada, não xingou, não brigou. Apenas um soco – lembrando que estamos falando de vampiros aqui,e um soco não é uma das piores coisas que se pode acontecer, não é? O que me intriga é que esse simples beijo pode dar uma reviravolta em tudo. Já que Stefan não está mais sob os comandos de Klaus, talvez os escritores nos façam uma surpresa e façam Stefan acordar para a vida e batalhar por Elena de novo. Isso daria muito pano pra manga, já que o coração de Elena pertence à Damon agora e nós bem sabemos que o cara não vai abrir mão da amada tão fácil, ainda mais para o irmão.
Só estou especulando, ok?

A gente vai ter que esperar para ver quais são as surpresas que TVD nos reserva. Continuem de olho aqui no site para a próxima edição da TMD que será escrita pela Fê.

Quem quiser bater papo, trocar idéias sobre a trilha sonora ou qualquer coisa do tipo, é só me seguir lá no twitter: @heyjullie

Fiquem bem. Vejo vocês em breve.

xx

Ju.

 



Jan 25,2012

The Music Diaries – 3×12 – “The Ties That Bind”

Posted by Jullie with No Comments

The Music Diaries – 45º edição – Conteúdo exclusivo VDBR – Não reproduza sem os créditos.

Amigos!

O episódio da semana passada de TVD foi deveras emocionante, não? Teve emoções diferentes o tempo todo, para satisfazer todos os gostos. Fomos apresentados a alguns personagens novos e vimos que alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.

Uma das músicas desse episódio é “Code Red” do The Box Rebellion. É tocada na cena onde Alaric e a Dra. Fell estão conversando no balcão do Mystic Grill.

Me diga de novo,
Sim, eu estou perdendo você
Preso em uma linha
Você não vai voltar.

Como foi aquela noite?
Você têm corrido do amor
Você tem fugido da vida

Amiga paciência
Não são eles, é você
Com o cara maluco dizendo mentiras,
Do que você diz e do que você faz.

 Acho que todos nós, fãs, independentemente das diferenças entre Delena e Stelena, concordamos em uma coisa: O Alaric precisa parar de sofrer! Primeiro, bem lá no começo, ele sofreu por causa da ex mulher e mãe de Elena, Isobel. Depois se apaixonou por Jenna e os dois estavam começando a escrever uma bela história de amor, e o que aconteceu? Jenna foi pro beleléu. Agora, Alaric está mais duro, mais frio, mais racional. E, convenhamos, isso é totalmente compreensível.  Agora, ao que parece, os roteiristas de TVD resolveram arrumar um consolo para o pobre coração do professor – a doutora Meredith Fell. A música acima retrata essa exata situação em que Alaric se encontra – no meio de um turbilhão de medos e receios sobre o amor.  Fala sobre Alaric ter se “trancado”, se fechado para o mais lindos dos sentimentos. Ele tem fugido da vida agora por estar envolvido demais no meio dessa briga entre vampiros e híbridos.

Outra canção é “Lonely Boy”, dos The Black Keys. A banda já participou de um outro episódio de TVD e agora está de volta. Podemos ouvi-la na cena onde Klaus faz uma visita inesperada para Stefan. Vamos ver a letra abaixo:

Bem, eu estou tão acima de você
E é fácil de ver,
Mas eu acabei gostando de você, de qualquer jeito
Então você arrancou meu coração e eu não me importo de ir embora
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.
Eu sou um cara solitário, sou um cara solitário
Oh oh oh oh, eu tenho um amor que me mantém esperando.

Bem, sua mãe ficou com você
Mas o seu pai te deixou
E eu deveria ter feito o mesmo com você
Mas eu acabei gostando de você. Eu vou sangrar?
Você me mantém esperando, esperando, esperando.

Eu achei engraçado o momento em que essa música é tocada. Ok, nós já percebemos que a relação entre Klaus e Stefan é meio complicada – às vezes eu realmente chego a pensar que talvez, um dia, um certo tipo de amizade verdadeira possa nascer no meio daquilo tudo. Querendo ou não, gostando ou não, Klaus é tudo o que Stefan tem agora. Aos poucos, ele foi perdendo todo o resto – a namorada, os amigos e o irmão – embora isso não signifique exatamente que ele deixou tudo isso para trás. Nesse episódio, tivemos a certeza de que Stefan ainda sente sim algo por Elena. Ele não desligou seus sentimentos. Eu poderia dizer que o ‘garoto soliário’ dessa canção é o Stefan, mas com tudo o que foi dito na cena que rolou no episódio 3×11 “Our Town” entre Klaus e Caroline…acabo achando mais seguro dizer que na verdade existem dois ‘garotos solitários’. Vejo muito de Damon em Klaus, as vezes: ele é do mal, durão, faz coisas erradas mas no fundo, bem lá no fundo, o amor pode ser a cura de grande parte desses erros. Foi assim com Damon, não foi?

E por fim, a bela música que fecha esse episódio é “Rewind” da Diane Birch.

Há tantas coisas que eu queria dizer para você
Mas eu não tenho as palavras em minha cabeça
Os dias estão passando e todas as folhas estão mudando também
Mas o tempo não vai mudar as coisas que não foram ditas.

Porque tudo está diferente agora,
Eu realmente gostaria de te dizer o quanto.

Como eu queria você aqui do meu lado
Eu sei o que eu disse, mas eu menti
Parecia ser uma risada, mas eu chorei
Oh, gostaria de poder retroceder.

 Ela começa a ser tocada quando Stefan vai embora e deixa Elena sozinha na casa da mãe de Bonnie depois que a garota confessou ter beijado Damon. Acho que isso já explica muita coisa.
Como eu disse ali em cima, no começo da edição, alguns dos personagens velhos não mudaram tanto assim.  Quero dizer, se alguém ainda tinha alguma dúvida de que Stefan gosta de Elena, esse episódio foi o suficiente para responder qualquer tipo de pergunta. Todas as atitudes que ele vem tomando de uns tempos pra cá – ignorando, machucando e sendo grosso com Elena – foram apenas os meios que ele encontrou de protegê-la e, automaticamente, se auto proteger também, no sentido de não se machucar demais com esse amor. Por que para manter Elena segura agora que Stefan está com Klaus, era preciso que o casal ficasse separado. E embora Stefan soubesse o tempo todo do risco que estava correndo em perder Elena para Damon, não tornou as coisas mais simples quando a garota lhe disse em alto e bom som que tinha beijado Damon. Acho que a parte que mais o feriu foi que Elena “não se sentiu culpada por tê-lo beijado, e sim por Stefan não saber”. É um modo meio torto de Elena ter falado que gostou de beijar Damon. Então Stefan simplesmente chegou na frente do irmão de lhe deu um belo soco na cara. Apenas. Não comentou sobre nada, não xingou, não brigou. Apenas um soco – lembrando que estamos falando de vampiros aqui,e um soco não é uma das piores coisas que se pode acontecer, não é? O que me intriga é que esse simples beijo pode dar uma reviravolta em tudo. Já que Stefan não está mais sob os comandos de Klaus, talvez os escritores nos façam uma surpresa e façam Stefan acordar para a vida e batalhar por Elena de novo. Isso daria muito pano pra manga, já que o coração de Elena pertence à Damon agora e nós bem sabemos que o cara não vai abrir mão da amada tão fácil, ainda mais para o irmão.
Só estou especulando, ok?

A gente vai ter que esperar para ver quais são as surpresas que TVD nos reserva. Continuem de olho aqui no site para a próxima edição da TMD que será escrita pela Fê.

Quem quiser bater papo, trocar idéias sobre a trilha sonora ou qualquer coisa do tipo, é só me seguir lá no twitter: @heyjullie

Fiquem bem. Vejo vocês em breve.

xx

Ju.

 



Jan 17,2012

The Music Diaries – 3×11 – Our Town

Posted by Fernanda Schein with 5 Comments

The Music Diaries, 44ª edição – Conteúdo exclusivo VDBR – Não reproduza sem os créditos!

Um viva ao ultimo episódio!

Gente, “Our Town” foi demais! Quem não perdeu a cabeça vendo as cenas Stelena na ponte Wickery? Não importa nem pra quem você torce que fique com a Elena, seja o Stefan ou seja o Damon. Aquelas cenas ali foram pra deixar qualquer um com os nervos a flor da pele.

E a Nina, é claro, nunca deixa a desejar na atuação. Não foi a toa que ela ganhou um People’s Choice Award de melhor atriz. Que orgulho, né? Ainda mais que ela não tinha sido nem mesmo indicada primeiramente e nós, fãs, colocamos ela lá no palco ganhando o prêmio!

Enfim, começo a coluna de hoje nada contralada.

COMO ASSIM O JEREMY VAI EMBORA? O JEREMY! O MEU JEREMY!

Sério. Mesmo. Histeria a parte, eu acho o Jeremy um dos personagens melhor construídos na história. Todas as fases e metamorfoses dele foram bem construídas. De punk revoltado, a inocente apaixonado, a sofredor sobrenatural. Todas as mudanças dele eram psicologicamente explicadas, e acho que ele trazia um quê de drama na série que nos dava ainda mais a impressão de que tudo aquilo poderia existir na vida real. Enfim, estou de luto até ele voltar, era um dos meus personagens preferidos. Espero que o retorno dele seja algo bem surpreendente e impressionantes, pra justificar a saída.

Agora vou voltar (digo, começar) ao meu trabalho de verdade que é analisar as músicas. Comecemos, aproveitando que eu falava do Jer, com “Between” do Courrier. Leiam um trecho:

Podemos nos livrar do “o que?” e “se”

Essas dúvidas que existem em nossas mentes

No silêncio eu estou parada pensando que você deve esquecer

Sobre isso, podemos fazer uma relação de Jeremy e Elena. Ela, como irmã mais velha, esteve a temporada toda se perguntando “o que ela faria sem Jeremy” “como ela lidaria se algo acontecesse com ele”, e etc. De fato, essas são duvidas impossíveis de não se ter. Por mais que no episódio Bonnie fizesse questão de dizer a Elena que achava errada ela tomar a decisão por Jeremy, eu compreendo, e acho que no lugar dela também pediria a Damon que o influenciasse a ir. Nem que fosse simplesmente para ter um motivo para falar de Damon, enfim. Como diz a música, eu também acho que fazer Jeremy esquecer foi uma boa ação, mas digo isso me pondo no lugar de Elena, caso tudo fosse real. Como telespectadora, preferia que ele não saísse.

A próxima música pode não ser tão profunda como a anterior, mas foi ironicamente bem escolhida para a o momente. Sabemos que Elena sempre teve o sonho de formar uma família, ter filhos, etc e tal. Esse sonho foi tirado dela ao se apaixonar por Stefan, um vampiro. Seu próximo sonho então foi passar a ter uma vida com ele, por estar apaixonada. Também destruído por Klaus, a fazer Stefan se transformar nesse ser que ele tem sido.

No ultimo episódio, ainda mais frustrada como o rumo que sua vida toma, após ter sido beijada por Damon, Elena dá socos em um saco de pancadas, com uma luva de boxe, provavelmente em prol de seus sonhos perdios. Enquanto, isso, a música tocada é “Punching a Dream”, da banda Naked and Famous.  Se ainda não captou a ironia apenas no nome da musica, sinta ela agora no trecho a seguir:

Eu nunca quis estar assim

Dando socos em meus sonhos

Respirando um pesadelo em cada dia da vida

Tudo está desmoronando, eu preciso acordar

Interessante, né? Ficou adequadamente irônica e engraçada para a situação. Esse é o ponto do porquê Vampire Diaries acerta tanto na trilha sonora, eles sabem enxergar o momento certo para música perfeita.

Para encerrar, vou usar o momento que Tyler e Caroline conversam, minutos antes de ele a morder (convenhamos que depois dessa, quem podia dar uma voltinha fora do seriado podia ser o Tyler de novo e não o Jeremy, mas ok). Isso acontece ao som de Coldplay, “Up in Flames”.

Então acabou, o tempo se foi

Água salgada, provei faz muito tempo e eu só sabia uma regra

Agora acabou, ela está em chamas

Em chamas, em chamas nos lentamente acabamos

Eu já sou suspeita para analisar essa musica, por ser fã do Coldplay. Mas ela metaforicamente, combina muito com o casal, Tyler e Caroline.

Os dois viviam de fato sobre regras, mares de problemas (mares são de agua salgada, vide música). Fosse o fato de Tyler ser amigo de Matt, ou depois de ser ligado a Klaus. Como Caroline falou, talvez eles não tivessem sido feitos para ficar juntos. O fato de ela ter mordido ele colocou tudo em chamas – potencializou – o fato de que os dois sejam melhores quando não estão juntos. Apenas demoraram um tempo para perceber isso.

Agora ficamos no aguardo do episódio dessa semana, para ver o desfecho. Afinal, não vimos Tyler após ter mordido Caroline. Ansiosos? Eu estou muito.

Quem quiser compartilhar a ansiedade, trocar idéias, dar sugestões pra coluna ou faze comentários é só me seguir no twitter e estar sempre por dentro da trilha sonora da série.

Aguardo vocês lá – @feschein

Semana que vem a Ju fica por aqui escrevendo pra vocês, nos vemos depois do episódio 13. Beijos a todos, bom final de semana!



Jan 03,2012

The Music Diaries – Especial de Fim de Ano – Final

Posted by Fernanda Schein with No Comments

The Music Diaries – 42º edição – ESPECIAL DE FIM DE ANO
Não reproduza sem os créditos.

Leia o começo da história: Parte 1 | Parte 2 | Parte 3

Damon observava a cena com as sobrancelhas franzidas. Havia uma tensão estranha ali, e ele sentia isso. E sabia que os outros dois também sentiam.

O silêncio desconfortante que pairava sobre os três foi quebrado de repente por uma melodia engraçada vindo do jardim da casa. E, por algum motivo, Stefan sabia do que se tratava.

Elena o encarava sem uma expressão facial indefinida enquanto Damon rolava os olhos como se também já soubesse de algo.

- Trouxe o cover de Alvin e os Esquilos de novo, Stefan? Você já foi mais original – O mais velho dos Salvatore provocou. Stefan estava ocupado demais esperando alguma reação de Elena para ligar para as piadinhas de Damon.

Ligeiramente, Stefan deu uma breve olhada da janela para o jardim, e suas suspeitas se confirmaram. Lá estava a Rena. Aquela maldita Rena. De novo.
De saco de cheio e querendo acabar com tudo isso o mais rápido possível, olhou significativamente para Damon e Elena e pulou a janela, caindo com destreza na grama. Logo, os outros dois estavam postos ao seu lado – Elena deve ter pego carona nas costas de Damon ou algo assim.
Que seja.

A Rena deu uma volta em torno dos três e começou a andar rápido em direção leste. Stefan respirou fundo. Até quando essa coisa de “seguir a rena” ia durar?

- Ah, qual é?! Não sou mais criança, Stefan. Brincar de “siga o mestre” não tem mais graça – Damon olhou para a Rena que continuava se afastando – E, seguir uma Rena…Sério? – Ele riu.

- Damon, apenas…apenas não torne isso mais difícil e mais vergonhoso. – Stefan pronunciou enquanto virava-se para seguir o rastro do animal do Papai Noel. Conseguia ouvir passos atrás dele, mas algo estava errado. Seus ouvidos apurados só conseguiam ouvir uma pessoa o seguindo.

Alguém tinha ficado para trás.

Stefan virou-se rapidamente e avistou Elena parada, as mãos fechadas em punhos, encarando os dois irmãos que se afastavam.

- Elena? – Stefan estranhou o som da própria voz. Ela deveria ter soado mais firme, ele pensou.

- Stefan! – Ela respondeu em um tom que demonstrava surpresa, incredibilidade e apreensão. Tudo ao mesmo tempo. Stefan estava ali e mal tinha dirigido uma palavra à ela e estranhamente estava sendo seguido por Damon para algum lugar que uma Rena estava os guiando.

Que diabos estava acontecendo ali?

- Eu sei, isso é insano – Damon interferiu, como se ver o que a garota estava pensando – Se fosse do ‘velho Stefan’ que estivéssemos falando, eu diria que essa Rena teria armado uma armadilha por todo o mal que ele já fez contra os animaizinhos. Sabe, comer coelhos indefesos, esquilos que são pais de família e blábláblá – Ele rolou os olhos, entediado. – E você não vai querer ver o que eu vi há uma semana atrás, então apenas siga a maldita Rena.

Stefan mal conseguia encarar os olhos dos dois. Aquilo tudo era tão vergonhoso. E só se tornava mais vergonhoso ainda por saber que era necessário.
Continuou caminhando, e dessa vez podia ouvir duas pessoas o seguindo.

Agora não tinha mais volta.

Depois de alguns minutos, pararam. Só perceberam onde que a tal Rena tinha os guiado quando estavam na casa de lago que era dos pais de Elena.  Aquilo não ajudava nada Stefan. Ele tinha uma história com Elena ali.
Ele ficou encarando a água, parado na margem, como se algo milagroso fosse aparecer e tirá-los daquela situação. E tudo aquilo por causa de uma maldita chave!

- Vamos brincar, Stefan. Finja que, o que quer que seja que você tenha para nos falar, faça-o rápido. Como puxar um band-aid. Não sei se você percebeu, mas é noite de Ano Novo. Não que eu ligue para isso, mas tem uma ceia imensa com comida ruim e algumas taças de sangue nos esperando lá em casa – Damon estava visivelmente sem paciência.

Aquilo de certa forma incomodou Stefan. Se Damon achava que aquilo estava sendo ruim para ele…

Resolveu começar pelo lado mais fácil, já que Damon não calava a boca.

- Tudo bem. Antes de tudo eu só queria deixar claro que não estou fazendo isso por vontade própria – Stefan começou, e quase adicionou um ‘ou, pelo menos, não totalmente própria’ quando viu a sobrancelha levemente franzida de Elena, que assistia tudo em estado atônito – Damon… eu queria te agradecer.

Stefan cuspiu a frase. Foi algo rápido. O antigo Stefan teria falado tudo de um jeito melhor,mas o novo Stefan não era assim; porém, era completamente perceptível a emoção em sua voz.

Damon o encarava com uma sobrancelha levemente arqueada. Estava prestes a rir.

- Olha só quem está de volta, o senhor tentei-desligar-meus-sentimentos-mas-para-variar-eu-falhei-nisso-também – Ele disse.
Stefan limitou-se a fingir que não ouviu e continuou com o discurso.

- Eu sei que o que você fez para me dar a liberdade foi muito arriscado, e eu lhe agradeço por isso – Quando terminou, colocou as duas mãos nos bolsos da calça jeans escura que vestia.

Damon pareceu ponderar o que acabara de ouvir e, depois de alguns segundos, reagiu.

- Apenas retribuindo o favor, Stefan – Disse com indiferença.

Stefan Prosseguiu.
- E te agradecer por estar cuidando…dela – Ele não conseguiu falar o nome de Elena.
Estranho.

Damon olhou para Elena que, agora, tinha algo diferente no olhar, mas permanecia apenas como uma observadora.

- E você – Stefan se aproximou ligeiramente da moça – também merece meus agradecimentos. Por tudo o que tem feito para tentar me salvar.

- Stefan, eu nunca desistiria de você, eu nunca…

- Shhh – Stefan a interrompeu – Vim te agradecer mas, também, vim te pedir uma coisa.

Os dois se olhavam com tanta intensidade que isso chegou a incomodar Damon. Mas não é como se ele fosse sair dali por causa disso ou coisa do tipo.

- Quero que pare. Por favor, Elena, estou te pedindo. Eu já te disse isso antes mas parece que você não escutou com atenção. Eu não sou o mesmo. Abra seus olhos e olhe ao seu redor, Elena. E esqueça de mim.

A voz de Stefan chegava aos ouvidos de Elena como agulhas, machucando-a. Por que, finalmente, ela tinha visto o quão sincero e verdadeiro aquilo era. Era mais do que um pedido. Ele estava quase implorando.

Antes que qualquer um dos dois pudesse ter qualquer tipo de reação, Stefan correu. Correu para o mais longe que pôde, sabendo que, caso ficasse, iria se arrepender do que acabara de falar.

Elena e Damon ficaram. Sozinhos. Na beira da água, próximos à casa.

Vamos começar o ano novo do jeito certo, à meia noite de hoje
Quando eles apagam as luzes, vamos começar

Dê adeus ao ano velho
E receba o ano novo

Vamos assistir o ano velho morrer
E nossas esperanças voarem alto como uma pipa
(Let’s Start The New Year Right – Irving Berlin)

Algum tempo se passou e nenhum dos dois pronunciou uma palavra sequer. Aquela tensão estranha ainda estava pairando por ali. Mas havia algo diferente agora.

Havia algo a mais.

- Sem querer estragar esse momento de ‘curtir os sons da natureza’…Faltam poucos minutos para a meia noite, Elena. Acho melhor voltarmos.  – Disse Damon, segundos antes de Elena finalmente se mexer e mostrar que não tinha virado uma estátua viva.
Ele quase pôde ouvir o estalo vindo do cérebro dela. Algo como um barulho de uma fichinha caindo.

Estranho.

Pela primeira vez em longos meses, Damon viu uma expressão diferente no rosto da jovem. Ela não estava brava com algo, ou preocupada com algo, ou com medo de algo. Ela estava…serena. Tranqüila e serena.

- Não – Ela finalmente disse. – Não acho que devemos voltar. Se importa de ficar aqui essa noite? – perguntou, apontando para a casa que um dia foi de seus pais.

Damon a olhou desconfiado. Estava tudo errado ali. Começou a imaginar que Stefan a tinha compelido de algum jeito. Mas não disse ‘não’. Fez um breve aceno com a cabeça e começou a caminhar em direção da casa, mas ao passar por Elena, teve seu braço agarrado. Ela o segurava com uma força que demonstrava determinação.

O mais velho dos Salvatore ficou encarando a garota por certo tempo antes de entender.

Ele entendeu que ela tinha entendido.

Tinha algo diferente nos olhos de Elena. Algo como faíscas, pequenas faíscas que pareciam tímidas, com medo de brilharem mais forte. Ao longe, eles conseguiam ouvir os primeiros fogos de artifícios explodindo no céu escuro pela meia noite, ouviam gritos de comemorações das pessoas que viviam nas proximidades do lago. Mas era como se não ouvissem nada.
Aquela intensa troca de olhares dizia muita coisa. Era quase como se um conseguisse ler a mente do outro. Por que, finalmente, os dois estavam no mesmo lugar, ao mesmo tempo. Em sintonia.
Damon, durante aqueles minutos, pensou que algo estava errado. Uma avalanche de lembranças tomou conta de sua mente, dessas que costumam dizer que acontecem momentos antes da morte. Lembranças dos dias que viveu após ter conhecido Elena. Lembranças de quem ele era, de quem ele costumava ser – o vampiro sem escrúpulos, sem sentimentos e sem regras. Que matava pessoas inocentes por prazer. Não é como se nada disso não existisse dentro dele mais – a diferença é que, agora, essa fúria e raiva que ele cultivava dentro de si estava sob o controle de uma mortal que pouca coisa viu da vida.
Elena, por sua vez, estava sentindo-se leve de novo. Como se algo pesado tivesse sido tirado de suas costas. Ela tentou se auto enganar durante tanto tempo…Estava sempre tão determinada em salvar Stefan que acabou acreditando na própria mentira que criou. Mas no fundo, bem lá no fundo, de algum modo ela sempre soube que Damon não era só aquele Damon. Ela sabia que ele era algo mais. Ela sentia o potencial que, de verdade, havia dentro dele. E ela gostava disso. Ela gostava dele.
A escuridão do céu de Mystic Falls foi preenchida pelas cores dos fogos de artifício, caindo sobre os dois como cachoeiras brilhantes.

- Feliz ano novo, Damon – Elena fez-se ouvir enquanto seus olhos ainda se mantinham presos aos do rapaz.
- Feliz vida nova, Elena – Damon respondeu, segundos antes de, finalmente, acabar com a distância entre os dois.

- Cadê. A. Chave? – Stefan estava de volta à casa do Papai Noel, sem nenhum pingo de paciência. Ele tinha feito o que lhe tinha sido pedido, não tinha? Ele merecia a porcaria da chave.

- Stefan, meu filho. Devo dizer que me senti orgulhoso de você nesta noite. – O velho senhor pronunciou – Você fez o que era certo e, além, você percebeu que isso era a coisa certa. Pode ter certeza que, de alguma forma, você mudou a vida dos dois. Deve ter sido difícil para você, eu imagino.

- Cadê. A. chave? – Stefan repetiu, as mãos fechadas em um punho tão forte que fazia com que os nós dos dedos ficassem brancos.

- Sempre esteve perto, filho.

A Rena, que estava descansando ao lado do Papai Noel, levantou-se e pôde-se ouvir um leve tilintar.
Stefan não estava acreditando.
Um brilho estranho capturou seus olhos. A chave estava pendurada no pescoço do animal.

- Mas o que? – O rapaz indignou-se. – Ela não estava aí! Eu teria visto!

O senhor de barbas brancas deu uma risada gostosa, que ecoou pelo ambiente.

- Sempre esteve aí, Stefan. Mas você estava determinado demais a me obrigar a te devolvê-la, e depois sua mente ficou inteiramente ocupada com o pedido que te fiz. Você não parou para olhar ao seu redor.

Num átimo de segundo, Stefan arrancou o cordão do pescoço daquele bicho irritante, fechando sua mão ao redor da chave.

- Espero que tenha aprendido alguma lição esse ano, filho. E pense duas vezes antes de fazer qualquer coisa com essa chave se não quiser que eu lhe faça uma visitinha fora de época.

A risada divertida do bom velhinho se tornava cada vez mais distante a medida que Stefan corria para longe dali.
Agora ele tinha a chave. Tinha Klaus em suas mãos novamente.
Ele só precisava pensar no que fazer de agora em diante.  Não, ele não estava seguindo a dica do Papai Noel. Claro que não. Só estava tomando as devidas precauções para que nada desse errado.
Papai Noel? Dica? pff!

Autoria de Juliana Marrão e Fernanda Schein.

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@HeyJullie e @FeSchein



Dec 31,2011

The Music Diaries – Especial de Fim de Ano – Parte 3

Posted by Fernanda Schein with No Comments

The Music Diaries, 41ª edição, ESPECIAL DE FIM DE ANO – Não reproduza sem os creditos

Leia a primeira e a segunda parte

Stefan deveria estar acostumado com a rapidez que o tempo passa para os vampiros – ele tem vivido isso há um longo tempo. Mas ali estava ele, sentado de frente com o Papai Noel, ao lado de uma enorme e aconchegante lareira.

Patético.

Uma semana havia se passado desde o dia que tentou (sem sucesso) conseguir agradecer seu irmão e falar com sua ex-namorada. E embora ele soubesse que não tinha feito o que havia lhe sido pedido, tinha as esperanças de que o Papai Noel lhe entregasse a chave dos caixões de Klaus, afinal Papai Noel só deveria trabalhar no Natal, certo? Mas agora já era a manhã da véspera do Ano Novo e ali estavam os dois, travando uma batalha visual que poucos entenderiam.

Ele precisava de um plano. Mas, incrivelmente, nada suficientemente bom lhe vinha à cabeça.

Stefan já tinha desistido de implorar e ameaçar o bom velhinho para ter sua chave de volta. Nada funcionava. Ele continuava firme na decisão de apenas entregá-la ao vampiro quando ele fizesse o que deveria ser feito.

- Não me olhe desse jeito, filho – O senhor de barbas extremamente brancas e aparentemente macias pronunciou em um tom cansado – Nada nessa vida nos vem com facilidade.

Stefan bufou. Passou sete dias ouvindo lições de moral, sobre como o reconhecimento das atitudes dos outros é importante, principalmente quando a família está envolvida no caso e blábláblá. Tinha conseguido escapar há alguns dias atrás para se alimentar, mas não foi o suficiente. Ainda sentia sede, e isso o deixava um tanto quanto irritadiço. Pensou em fugir, voltar para Mystic Falls ou ir para qualquer outro lugar, mas sabia que um certo animal de nariz avermelhado o seguiria e o traria de volta. Já perdera as contas de quantas vezes alterou o tom de voz com o Papai Noel. Tentava manter-se em silêncio, então, para o bem de todos, incluindo aquela Rena estúpida.

Silêncio esse que foi substituído por uma música que parecia vir de lugar nenhum, mas ainda assim, insistia em se fazer ouvir.

Não fique triste
Não é tão ruim assim, e você sabe.
É apenas mais uma noite
Não é a primeira
E não é a pior, e você sabe.
Nós passamos por todo o resto
Nós vamos passar por isso também.

Nós cometemos erros,
Mas nós fizemos bons amigos, também.
Se lembra de todas as noites que passamos com eles?
E todos os nossos planos
Quem disse que eles não podem se tornar verdade?
Essa noite é mais uma chance de começar tudo de novo.

É apenas outra véspera de Ano Novo,
Outra noite como todas as outras
É apenas outra véspera de Ano Novo,
Vamos fazer com que ela seja a melhor.

-It’s Just Another New Year’s Eve do Barry Millow?– Stefan estranhou sua própria voz; havia um misto de coisas impregnadas ali que nem ele mesmo conseguia definir.

O velho senhor soltou uma risada gutural e respirou fundo, inclinou-se ligeiramente para frente, apenas o suficiente para capturar os olhos de Stefan.

- Não é sobre quem canta essa música, meu jovem. É sobre qual é a mensagem que ela transmite. – Papai Noel continuou olhando dentro dos olhos de Stefan, e quase conseguia vê-lo travando uma batalha interna enquanto as engrenagens de seu cérebro pareciam funcionar a todo vapor. – Você sabe o que fazer, Stefan. E no fundo, bem no fundo, você sabe que você quer fazer isso.

Foi a vez de Stefan soltar uma risada, mas dessa vez tinha um leve tom de deboche e incredulidade.

- Vamos relembrar uma coisa aqui: Eu sou um vampiro. Um novo vampiro. Eu não sou quem eu costumava ser a alguns anos atrás e graças à isso, essa sua Rena estúpida ainda está viva e respirando por aí. Eu passei tantos anos ouvindo Damon dizer que ele ‘havia desligado seus sentimentos’ e eu nunca entendi direito muita coisa sobre isso. Mas agora eu entendo – Stefan despejou tudo de uma vez, de modo entediado, como se estivesse contando a história da Branca de Neve para a mesma garotinha pela milésima vez. – Eu entendo. E eu desliguei os meus. Fim de papo. Agora me dê a chave.

- Tudo bem mentir para mim, meu filho. Mas acho errado mentir para si mesmo. Vá lá fora, caminhe. Siga a trilha que você sabe que quer seguir. Quando a coisa certa estiver feita, você achará a chave.

Stefan nem ao menos tentou hesitar; levantou-se com a destreza digna de sua natureza e sentiu seus músculos relaxarem pouco a pouco, à medida que o vento frio chicoteava contra seu rosto.

Depois de certo tempo, parou. Esteve correndo a toda velocidade durante tanto tempo e sem prestar a mínima atenção no caminho, que surpreendeu-se ao ver onde estava. Ele conhecia aquele lugar. Conhecia extremamente bem.

Mystic Falls. Sua antiga casa.
Foi parar ali automaticamente.

Conseguiu reparar que as luzes do andar de cima estavam acesas, mas seus pés pareciam estar presos no chão, com pregos. Ficou parado, sem fazer um único barulho. Ficou apenas olhando. Conseguia ouvir algo se mexendo dentro da mansão; Damon, pensou.

Pela qüinquagésima vez no dia, respirou fundo. Ali, no silêncio que o cercava, ainda conseguia ouvir a música ecoando nos cantos de sua mente. Flashbacks de festas de finais de ano que passara ao lado de sua família em seus anos como humano invadiram sua mente sem ao menos pedir permissão. Estranho. Elas não deveriam estão tão vivas e em cores assim.
Lembrou-se involuntariamente de quando dois jovens irmãos brincavam ao redor da mesa da ceia de Ano Novo. Ele e Damon costumavam se divertir naquela época. Era legal.

- Brincando de ser estátua-viva, irmãozinho? – Damon pronunciou, e instantaneamente tirou Stefan de seus devaneios, fazendo-o olhar para cima e vê-lo de braços cruzados perto da janela.

Num átimo de segundo, Stefan estava frente a frente com o irmão, que não havia se movido um milímetro sequer.

- Olha só quem resolveu aparecer de novo para dar o ar da graça nessa época tão feliz do ano – Damon mantinha um sorriso brincalhão no canto na boca. Típico.

Stefan não falou nada. Ficou encarando o irmão com os olhos tão afiados quanto uma adaga, ainda travando duras batalhas em seu cérebro. O velho tinha razão, ele sabia que devia fazer isso. Mas o susto só o dominou quando ele percebeu que queria fazer isso. Mas ao contrário do que muita gente diz por aí, querer nem sempre é poder. Havia algo que tornava tudo mais difícil para Stefan. Algo chamado Orgulho.

Durante os segundos de silêncio, Stefan pôde ouvir barulhos vindo, aparentemente, do andar de baixo.

- Tem alguém aqui? – Ele perguntou para Damon, intrigado. Não esperava que tivesse mais alguém na casa. Isso só tornava sua tarefa mais difícil ainda.

- Ora, Stefan. Acha mesmo que eu passaria o Réveillon sozinho, justo agora que você está longe? – Damon ergueu apenas uma de suas sobrancelhas, esperando que Stefan entendesse o recado.

E ele entendeu. Era ela. Elena estava ali.

Óbvio que estaria. Xingou-se mentalmente por não ter pensado nisso antes. Com quem mais Elena passaria o Réveillon a não ser com Damon? Ela tinha Jeremy e Alaric, claro, mas os dois também eram amiguinhos de Damon.

Droga. Seus planos foram triplamente complicados.

Antes de conseguir ter qualquer reação, como sair correndo ou socar o punho na cara do irmão, Stefan viu a figura magra e delicada parada na porta, encarando a cena com certo ceticismo.

- Stefan? – Sua voz reverberou entre o quarto de Damon, atingindo os ouvidos de Stefan com tamanha doçura que por um momento o fez lembrar dos bons tempos que os dois tiveram juntos.

Stefan sabia que era sua vez de falar. Ele sentia o peso do olhar dos dois – Damon e Elena – sobre si. Mas ele simplesmente não conseguia.
Tinha tanta coisa passando por sua cabeça naquele momento, que o simples ato de abrir a boca de repente lhe pareceu extremamente perigoso. E, em questão de segundos, em meio a tantos pensamentos e idéias e ponderações, finalmente decidiu o que iria fazer naquela noite.

Ele estava determinado. E, embora soubesse que teria que lidar com as conseqüências de seus atos sozinho depois, ele simplesmente não se importava.

Ele faria. Estava decidido.

Autoria de Juliana Marrão e Fernanda Schein.

Fiquem ligados no site para lerem a parte final do especial de Fim de Ano do The Music Diaries.

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@HeyJullie  @FeSchein



Dec 27,2011

The Music Diaries – Especial de Fim de Ano – Parte 2

Posted by Fernanda Schein with 9 Comments

The  Music Diaries, 40ª edição, ESPECIAL DE FIM DE ANO – Conteúdo exclusivo, não reproduza sem os créditos!

Caso você não tenha lido a PARTE 1 do Especial de Fim de Ano, clique aqui e fique por dentro da história!

Damon caminhava entre as árvores irritado.  As festas de final de ano sempre traziam a ele lembranças desagradáveis, e ele tinha impulsos de violência que não seriam benéficos para a sua situação, caso os deixasse aflorar em meio a uma cidade lotada de pessoas na rua. Assim, ele resolveu ir até a floresta espairecer um pouco.

  Após caminhar milhas entre a vegetação, ele parou em uma clareira e sentou-se no toco de uma árvore que havia sido cortada, e em seguida sentiu céu celular vibrar. O identificador de chamadas mostrava na tela, “Elena”.

-       O que houve? – atendeu Damon.

-       Que horas você vem para a ceia? – perguntou ela.

-       Não vai ser uma ceia, Elena. Seremos você, Jeremy e eu deprimidos e com frio, em volta de uma mesa que, por um acaso no dia de hoje, não tem um hambúrguer ou comida congelada ,e sim, um peru.

-       Como preferir chamar, Damon. – disse Elena impaciente – só quero saber que horas chega para deixar tudo pronto.

 Antes que Damon pudesse responder, ele ouviu as folhas de alguns arbustos mexerem-se atrás dele. Sua audição aguçada procurou por mais algum sinal de movimente.

-       Damon…? – chamou Elena mais uma vez, já que ele não respondia.

-       Preciso resolver algo por aqui. Me espera em meia hora, e estarei aí. Guarde uma bolsa de sangue.

 O vampiro desligou, sem prestar atenção em Elena reclamando antes de o fazer. Ele estava desconfiado do barulho que ouviu, e virou-se de costas. Os arbustos estavam estáticos. Damon então ouviu uma série de folhagens se mexerem, em seqüência, contornando a clareira. Só havia uma criatura capaz de mover-se naquela velocidade. Tem outro vampiro aqui. Pensou Damon.

  Antes que pudesse raciocinar, Damon sentiu uma respiração bem atrás de seu ouvido. Ele então entendeu o que estava acontecendo.

-       Sentiu-se solitário no Natal? – perguntou Damon, ironizando. – Stefan.

-       Boa noite, Damon.

-       O que faz aqui? Procurando um peru pra drenar seu sangue como ceia?

-       Eu poderia me abalar com suas piadas, Damon… Mas em vez disso, prefiro ir direto ao ponto.

 No que disse isso, algo inusitado aconteceu. Não diz-se somente “surpreendente”, porque Stefan havia confirmado para si mesmo, nos últimos dias, nada seria uma surpresa. Tudo é possível. Tudo. Inclusive três esquilos saídos da floresta pararem em frente aos dois vampiros e começarem a cantar.

-       Ah, não. – lamentou Stefan, sabendo quem havia armado aquela cena. Com certeza, tinha sido um velhinho gordo, de barba branca e roupa vermelha.

-       Que diabos…? – dizia Damon arregalando os olhos, sem saber o que dizer.

E assim, os esquilos começaram a música.

Deus Vos Libertou Com Alegria, Homens

Não deixando nada que vos desanimasse

Lembrem que Cristo, nosso salvador

Nasceu no dia de Natal

Para salvar todos nós do poder de Satã

Quando nós estávamos perdidos

Oh ensinamentos de conforto e alegria,

Conforto e alegria

Oh ensinamentos de conforto e alegria.

Quando os esquilos terminaram seu recital, Damon tinha uma expressão impaciente no rosto.

-       E o que foi isso? – perguntou ele – Um agradecimento dos esquilos por ter voltado a se alimentar de sangue humano e tê-los deixado em paz?

-       Não, Damon, esse é meu presente de Natal para você. – respondeu Stefan.

-       Stefan, por mais que eu tenha um fetiche por esquilos natalinos cantando “God Rest You Merry Gentlemen”, eu continuo bebendo apenas sangue humano. Esquilos, coelhos e filhotes de golden retriever sempre foram o seu estilo de culinária.

  Stefan olhou para seu irmão em silêncio e entendeu porque o Papai Noel havia instruído os esquilos a cantarem logo aquela música. Era uma metáfora. Por mais que não acreditasse em Deus, ele de fato havia sido libertado por Klaus. O Salvador de sua consciência e sentimentos, não era Cristo e talvez não tivesse nascido no dia de Natal, mas com certeza estava mais presente neste do que em qualquer outro dia do ano. E é claro, Stefan estava mesmo perdido na vida, a busca incosciente de conforto e alegria.

  Ele quis agradecer Damon por ter ido atrás dele enquanto estava com Klaus, e quis também agradecer por ter protegido Elena. Mas ele nao conseguia dizer nada disso, e então apenas falou:

-       Feliz Natal Damon, é tudo que vim dizer. – E assim virou as costas e saiu em disparada, antes que Damon pudesse alcançá-lo

 Stefan foi até  casa de Elena e passou a escutar do lado de fora da casa o que ela e Jeremy conversavam da cozinha, enquanto preparavam o peru. Aparentemente, inclusive eles ouviam música natalinas.

  Elena limpou as mãos em uma toalha, caminhou até o aparelho de som e aumentou um pouco o volume.

-       Se eu pudesse escolher um tema natalino para eu e o Stefan, seria este. “Last Christmas”, do Wham.

-       E por quê?

-       Por que? Ouça a letra Jeremy!

No último Natal eu lhe dei meu coração

E no outro dia você o jogou fora

Neste ano para poupar as lágrimas

Vou dar a alguém especial.

Jeremy ergueu uma das sobrancelhas.

-       E quem seria esse outro alguém especial?

 Antes que Elena pudesse responder, Stefan saiu em disparada do jardim da casa, e em seguida encontrou a rena do Papai Noel esperando por ele em uma estrada vazia, quando levantou vôo. Ele sabia para onde a rena o estava levando, e sabia o que ouviria do Papai Noel quando chegasse lá,

  Ele não havia conseguido dizer o que queria a Damon, e nem ao menos conseguiu chegar perto de Elena. Seja lá o que o velhinho houvesse feito com a chave dos caixões dos vampiros originais, ele não a veria tão cedo. A não ser que surpreendesse o Papai Noel com excelentes resoluções de ano novo, boas o suficientes para ganhar a chave antes mesmo de realizá-las.

   Ele precisava de um plano.

Autoria de Fernanda Schein e Juliana Marrão

Fiquem ligados nas próximas edições, comentem essa segunda e troquem ideais conosco nos seguindo no twitter!

@feschein @heyjullie



Dec 24,2011

The Music Diaries – Especial de Fim de Ano – Parte 1

Posted by Fernanda Schein with 1 Comment

The  Music Diaries, 39ª edição, ESPECIAL DE FIM DE ANO – Conteúdo exclusivo, não reproduza sem os créditos!

Stefan então sente a tensão na voz de Klaus pelo telefone, e diz:

- Qual o problema, Klaus? Sentindo falta de alguma coisa.

Enquanto isso, do outro lado da linha, o vampiro original contempla o depósito de carga do caminhão vazio, onde antes estivera os caixões de sua família. Ele então de repente se dá conta que foi Stefan que tirou-os de lá.

- O que você está fazendo? – pergunta ele furioso

- Apenas aproveitando minha liberdade.

- Eu vou matar você, e todas as pessoas que você já conheceu!

  Stefan então sorri, e diz “Faça isso, e nunca verá sua família de novo. Será que alguém que sempre esteve a um passo a frente por 1000 anos está preparado para isso?” Klaus desliga a ligação com fúria.

  Já Stefan, por sua vez,  admira os caixões roubados com orgulho do que fez. Quem devo acordar primeiro?  Pensa ele ansioso. Então, decidi que o primeiro deve ser Elijah, porque é quem sabe mais da situação toda, e deve estar furioso com Klaus por ter mentindo a ele na noite do sacrifício. Stefan então tira do bolso a chave do caixão de Elijah, e rapidamente tenta abri-lo, quando de repente… a chave some de suas mãos. Como se fosse um passe de mágica, o objeto sumiu.      “Tem uma bruxa aqui!” Pensou Stefan. O vampiro olhou para todos os lados a procura de mais algum sinal, mas tudo parecia tranqüilo. Foi então que ouviu um barulho na janela bem atrás dele, e seu coração disparou. Ele virou rapidamente para trás num giro ágil com os pés, e saltou três passos quando se deparou com o que estava vendo através do vidro.

“Isso não pode estar acontecendo” pensou. “Em todos meus mais de 160 anos, nunca vi algo assim!” E ali estava de um lado da janela, Stefan Salvatore. E do lado de fora, observando-o, uma linda e doce rena. Sim, uma rena de Natal!

  Stefan abriu lentamente o vidro, sem saber exatamente porque fazia aquilo. A rena então prontamente saltou para dentro e começou a fazer círculos em Stefan, até que parou para observá-lo com intensidade. Assim, ela empinou o nariz e começou a cantarolar uma melodia conhecida. Stefan arregalou os olhos.

-       Você está cantarolando “The Most Wonderful Day of The Year”?

 A rena ignorou a pergunta e continuou cantarolando, aquele ritmo natalino contagiante, enquanto Stefan continuava tentando travar uma comunicação com ela.

-       Eu me lembro quando Johnny Marks escreveu essa musica, em 1964… Cara, foi um bom Natal. – Stefan ouvia a melodia e lembrava-se das palavras da musica.

Um saco cheio de brinquedos e um saco cheio de alegrias

Para milhões de meninos e milhões de meninas

Quando o dia de Natal está aqui,

O dia mais lindo do ano

  Stefan pensava naquela letra e ria por dentro. Dia mais bonito do ano, até parece. Era um dia como outro qualquer, que só parecia mais bonito porque as pessoas enfeitam suas casas e decidem fazer coisas que normalmente não fazem. Poderia ser assim em qualquer outro dia do ano. E que grande baboseira sacos de brinquedo e alegria para milhões de meninos e meninas… Se dependesse dele e de todas crianças infelizes que viu nesses anos todos, a musica não teria sido escrita. Ou não teria aquela letra.

   Quando a rena terminou seu recital, Stefan não tinha certeza do que fazer. Com a fome que estava, poderia simplesmente drenar o sangue dela… Mas não teria graça. Ele não via mais sabor em sangue animal, precisava de sangue humano. Então, ainda um pouco receoso de se estaria ou não fazendo a coisa certa, bateu algumas palmas sem entusiasmo.

   Assim que a musica cessou, Stefan saiu de suas lembranças natalinas e se deu conta de algo mais importante.

-       Com licença – disse ele à rena – Você por acaso viu uma chave? Ela estava na minha mão e sumiu no instante que você apareceu…

  A rena voltou a caminhar saltitante para perto da janela, e virou a cabeça com um olhar de desaprovação ao ver que Stefan não a seguia. Ele então, desconfiado, mas curioso, seguiu a rena. Quando ela pulou da janela, ele fez o mesmo. E antes que percebesse ele estava montado nas costas dela, que voava livremente pelo céu subindo cada vez mais.

     Stefan estava catatônico, a ponto de não conseguir reclamar, questionar ou raciocinar nada. Há mais de um século na terra, ele nunca, nunca  havia pensado que um dia estaria naquela situação. Ele tentou algumas vezes se comunicar com a rena, para saber a onde estavam indo, mas tudo que ela sabia fazer era cantarolar melodias de Natal. Por algum motivo, ainda assim, ele não estava preocupado. Era como se houvesse uma aura de espírito natalino em torna da rena, e nada mais importasse.

    Aos poucos, Stefan sentiu que o ar ia ficando mais frio, e o céu cada vez mais escuro. Ele havia perdido completamente a noção de tempo e espaço. Olhou para baixo e viu que onde estavam, haviam neve. Muita neve. Lentamente, a rena foi perdendo altura e uma estradinha de terra foi se aproximando, e ficando mais nítida, até que alcançaram o chão.

   Um pouco mais a frente, havia uma cabana singela, de madeira com uma chaminé fulminante. A rena começou a se aproximar do portão, e ele abriu sozinho para que ela passasse. O mesmo aconteceu com a porta da casa. Ali, havia uma lareira e uma enorme poltrona em frente a ela. Stefan conseguia ver que havia alguém sentado ali, mas não conseguia ver quem era. Quando a porta da frente bateu, a pessoa ouviu o barulho e levantou-se da cadeira.

-       Não! – disse Stefan ao perceber quem estava a sua frente. – Não, não pode ser, isso é uma piada!

-       Eu receio que não, meu filho – disse o velho senhor, apoiando-se na cadeira da qual tinha recém levantado-se.

-       Ma-mas – gaguejou Stefan – Você é o… o… Papai Noel?

 O Papai Noel deu um sorriso amigável para o vampiro, quase fraternalmente, e disse:

-       Sente-se, Stefan. Vamos conversar sobre sua lista de desejos nesse Natal.

  Stefan hesitou, sem saber o que responder. Desejos de Natal? Por que ele teria desejos de Natal? Suas vontades eram complicadas demais para o Papai Noel lhe dar em um pacote com laço de fita vermelho.

-       Eu realmente não posso ficar… – disse Stefan querendo ir embora.

-       Mas está muito frio lá fora… – respondeu o Papai Noel.

Antes que Stefan pudesse responder, e velho homem deu uma gargalhada, e ao ver a expressão de confusão e impaciência no rosto do vampiro, logo foi se explicando.

-       Sabe, esse nosso último dialogo é idêntico ao início de uma musica do escrita por Frank Loesser, em 1944. É um dueto muito bonito.

-       Imagino que sim, mas eu devo ir agora, porque estou procurando uma chave e estou bem longe de casa…

Mas era tarde demais. O Papai Noel já havia ligado o som na musica “Baby It’s Cold Outside”, e dançava alegremente.

-       Não se preocupe Stefan, você terá sua chave de volta até o fim do Natal.

-       Você sabe o que aconteceu com a minha chave? – perguntou Stefan alterando a voz.

-       Sim, ela está comigo. – disse o Papai Noel sorrindo – Mas você foi um menino muito mal comportado esse ano, logo, não merece essa chave no Natal. Se quiser tê-la, vai precisar merecê-la, e conquistar sua dignidade outra vez.

-       Mas eu nem sou um menino! – contestou Stefan – Sou um vampiro, sou um estripador! Você não pode simplesmente não me entregar a chave.

-       E Baby Its Cold Outside, não foi escrita para ser uma musica de Natal, mas ainda assim, é a época do ano em que ela mais toca. Se as pessoas podem tocar uma musica apenas em um determinado período do ano, mesmo sem a aprovação do compositor, posso pegar sua chave e dizer que parecida comportar-se melhor pra tê-la de volta.

-       Mas…

-       Mas apenas curta a musica um pouco! – disse o Papai Noel fazendo sinal para a rena aumentar o volume de seu som estéreo – Essa versão da década de 60 gravada pelo Ray Charles é minha preferida!

E a musica tocava alto na casa do velhinho, e ele e a rena dançavam alegres, e cantavam a letra:

Eu realmente não posso ficar – Mas baby, está frio lá fora

Eu preciso ir embora – Mas baby está frio lá fora

Essa noite foi – Eu esperei que você viesse me visitar

Muito agradável – Seguro suas mãos, elas estão geladas

Por mais frio que estivesse lá fora, Stefan precisava ir embora e nao podia mesmo ficar ali. A noite estava longe de ser agradável, afinal, por mais que o Papai Noel estivesse esperando sua visita, ele não estava de forma alguma esperando a visita daquela rena que complicou com todo seu plano de acordar os vampiros originais. Alem de tudo, as mãos dele estariam sempre geladas, inverno e verão, no pólo sul ou norte, porque ele era um vampiro e o sangue que corria por suas veias era frio, afinal ele estava morto.

-       Mas afinal, como eu recupero minha chave? – perguntou Stefan quando a musica ia chegando ao fim.

-       Consertando o que fez de errado neste ano…

-       Papai Noel, por mais que o senhor seja um símbolo de esperança, é impossível juntar novamente as partes das pessoas que estripei…

-       Não falo disso. Falo de seus sentimentos. Ninguém consegue esconder do Papai Noel um desejo de Natal, e eu sei que no fundo o seu é desculpar-se com seu irmão, e com sua namorada.

Stefan hesitou. Por mais que tivesse “desligado” seus sentimentos, ele sabia que profundamente em seu coração, o Papai Noel tinha razão. Afinal, ele é o Papai Noel.

-       Qual seu plano, Senhor Noel?

-       Procure Damon e Elena e diga aos dois o que gostaria de dizer, e assim que o fizer, terá sua chave de volta.

Stefan engoliu em seco. Para quem estava sendo um badboy e tanto, em controle dos caixões da família de vampiros orginais, que poderia libertar-se e matar Klaus, seu maior inimigo, ele estava em uma situação bem diferente. Agora tudo que precisava fazer, era ir atrás de Damon e Elena.

Autoria de Fernanda Schein e Juliana Marrão

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@feschein @heyjullie



Dec 12,2011

The Music Diaries – 3×09 – Homecoming

Posted by Fernanda Schein with No Comments


The Music Diaries, 38ª publicação – Conteúdo exclusivo do Vampire Diaries Brasil – Não reproduza sem os créditos!

Caros!

Essa edição demorou, mas chegou! Culpem a minha faculdade, que não me deixa tempo nem de respirar.

Depois de assistir o episódio 3×09 de Vampire Diaries, só tenho certeza de uma coisa: A banda My Morning Jacket nunca mais vai tocar em nenhuma festa escolar. Pelo menos não em Mystic Falls.

Ainda assim, foi ótimo o show deles na mansão Lockwood, porque as musicas foram simplesmentes perfeitas pra esse pseudo-fim-da-metada-da-temporada-por-causa-do-final-de-ano. Sendo assim, vou focar a coluna de hoje nas musicas deles que tocaram em “Homecoming”, o que foi, de fato, a maioria.

Porém, como foi um episódio incomum, que marca o fim da série  antes do hiatus de final de ano, vou fazer uma coluna incomum também. Suspense. Mentira, não tem suspense, vou contar pra vocês.

Não vou passar música a música, momento por momento como geralmente faço. Vamos ver as músicas e tentar ver o que elas dizem sobre tudo que sabemos da história até agora, sem nos prender a momentos específicos do episódio 3×09. Começando por First Light, então? Leiam um trecho.

Andei olhando para o passado

Através das décadas

Primeiro fui um ancião

Depois um jovem

E agora estou vivo

Não sei quanto a vocês, mas eu só consigo pensar em uma única pessoa quando leio isso: Klaus, é lógico. Coloquei o nome em itálico pra dar aquela ênfase no medo que se sente ao dizer o nome dele, como em geral acontece na série. É claro que o mistério e o tabu em cima disso some quando descobrimos que ele se chama mesmo Niklaus, e Rebekka começa a chamá-lo de Nick. Que fofo.

Enfim, a música: Klaus é um vampiro original, andando pela superfície terrestre há milênios. Embora ele tenha esse jeitão de badboy-vampiro-conservador, sabemos que no fundo um dia ele foi humano e ainda tem sentimentos, como aprendemos que acontece com todos os vampiros na série, começando por Damon. Bom, de fato, nos últimos episódios temos visto através das décadas a evolução da família e como ela se tornou em vampiros, e vimos que ao longo dos anos Klaus matou todos seus parentes, até que ele era o único a estar vivo, o que encaixa com o trecho a cima.

Outra musica interessante do My Morning Jacket que tocou, e que dá pra fazer uma relação simples com o “novo Stefan”, que é um estripador, bebe sangue humano, não dá bola para Elena (cough cough), é “You Wanna Freak Out”. Afinal, o que Klaus vive dizendo a Stefan? Que se ele deixar sua parte humana entrar, se ele começar a “sentir” as coisas, então ele é um idiota. E sabemos que alguns episódios atrás, Niklaus hipnotizou Stefan a ser do jeito que ele quer, sem parte humana alguma. Dessa forma, o único jeito de Stefan voltar a ser como era antes, é se Klaus o “libertar” da hipnose. Ou seja, Stefan só pode melhorar, se Klaus o fizer antes. Agora vejam se “You Wanna Freak Out”

Esteja seguro, seja legal

Se você for emotivo demais, está sendo um idiota

É isso que você realmente pensa?

Você não pode melhorar enquanto ele não o fizer

Você sabe como como está

O legal das músicas do My Morning Jacket é que dá pra analisar facilmente. Tinha uma música pro Stefan-sou-um-vampiro-malvado e agora também tem uma pro Stefan-tenho-um-bom-coração-e-vou-melhorar-porque-amo-a-Elena, reflitam sobre “The Day Is Coming”

Você precisa disso, tenho certeza

Você já ganha, mas sempre quer mais

Subestima essa vida e a próxima

Mas o dia está chegando

O dia está próximo

Você sabe o que eu quero dizer

Vocês sabem o que quer dizer? Que mais cedo ou mais tarde nosso Stef vai estar de volta, sem esse jeito badboy que não se preocupa com nada: mas como o bom e velho Stefan, sempre com cara de sofrimento, dor e nostalgia, que anda protegendo Elena por todos os lugares e cuidando se Damon não está fazendo nenhuma bobagem impulsive, que tanto amamos.

Agora pra encerrar, posso falar do fofo do Jeremy? Adoro quando dá pra focar uma das músicas da coluna nele, e a de hoje vai ser “Black Metal”.

Todos sabemos que Jeremy está vivendo uma fase obscura, vendo fantasmas, conversando com o lado-de-lá, e etc. Daí agora vou incorporar a Elena e perguntar pra vocês: “Porque Jeremy? Ele é apenas uma criança!”

Aham, Cláudia, senta lá. Criança sou eu, porque o Jeremy com aqueles braços e aquele abdomen é qualquer coisa menos uma criança, mas enfim… Ele é jovem, e não merecia estar sofrendo com fantasmas de ex-namoradas, uma vez que tem sua vida toda pela frente.

Mas a preocupação verdadeira de Elena com seu irmão caçula (na cabeça dela para sempre um bebê, não importa a porcentagem de massa muscular que ele tenha no corpo) é que ele se apegue as pessoas que já saíram desse mundo. Ela se preocupa que ele goste tanto dos fantasmas que ache algo bom em  viver com essas vidas paralelas. E quanto a Jeremy, acreditamos que ele se sinta incompreendido a todos a sua volta, afinal parecem esquecer que ele próprio estaria morto se não fosse Bonnie a trazê-lo de volta com um hócus-pócus qualquer.

Segue abaixo o treixo da música que eu dizia pra vocês:

Está escuro, você não pode negar.

Mas isso nnao pertence a uma mente adulta

Acredito que seja mais facil encontra-la em olhos jovens

Vindo a vida, você não precisa chorar

Mas como um garoto, você precisa deixar isso ir embora

Ou vai acabar encontrando algo bom na escuridão

Ah, metal negro, você é incompreensível.

Muito bem meus amigos, fico por aqui hoje. Lembrando que o episódio 3×10 “Witch House” volta dia 5 de janeiro, e até lá, eu e a Ju vamos ter umas surpresas pra vocês, fiquem de olho!

Até lá, estou aberta no twitter a perguntas, sugestões, críticas um simplesmente pra dar um reply amistoso. Sigam e vamos ficar por dentro da trilha sonora da série! @feschein

Beijos mil, até a próxima <3



Dec 01,2011

Promoção | Happy Birthday Ian Somerhalder

Posted by Wellington with 3 Comments

Para comemorar o aniversário do ator Ian Somerhalder (Damon Salvatore em The Vampire Diaries), vamos sortear para os fãs uma linda camiseta em parceria com a Loja Stampa, veja como participar:

Para participar basta ser seguidor do @_vampirediaries e da @loja_stampa no twitter e dar RT (retweet) na mensagem:

[Happy Birthday Ian Somerhalder] Siga o @_vampirediaries e a @loja_stampa para concorrer uma camiseta Team Damon – http://kingo.to/UGT

O sorteio será realizado no dia 08/12 (Data de aniversário do ator) às 18 horas.

Sobre o RT:

- Vale qualquer tipo (copiando/colando ou RT pelo botão), desde que não modifiquem a mensagem e o link!
- Usuários que derem RT repetidamente serão desclassificados. – Usuários caça promoções serão desclassificados.
- Quer conferir seu nome na lista? Entre aqui!

  • Fiquem ligados! Em breve daremos início a novas promoções.

Regulamento completo:

1. A participação é voluntária e gratuita. Qualquer pessoa física residente no Brasil pode participar desde que tenha uma conta no Twitter e a mesma não seja protegida.
2. O participante deve ser seguidor @_vampirediaries e da @loja_stampa e dar RT (retweet) na mensagem com o link do kingo.to da promoção. (Não edite!)
3. O vencedor será escolhido por meio de sorteio realizado pelo http://sorteie.me. E o resultado será anunciado no site e no twitter.
4. Divulgado o resultado, o vencedor será contactado via DM (Mensagem Direta) no Twitter. Caso não responda em até 48hs, perderá o prêmio e será realizado outro sorteio.
5. A data e hora do sorteio podem ser alteradas caso seja necessário, sem aviso prévio.
6. Perfis exclusivos para divulgação de promoções serão desclassificados.
7. Perfis que só nos seguirem no período de promoção e depois pararem de seguir não irão participar das próximas promoções.
8. Ao participar da promoção, você está concordando automaticamente com todos os termos deste regulamento.

Boa Sorte!