Feb 24,2012

The Music Diaries – 3×15 – All My Children

Posted by Fernanda Schein with 7 Comments

The Music Diaries, 48ª publicação – Conteúdo exclusivo VDBR, não reproduza sem os créditos!

Então você cria seriado de vampiros que mistura romance, mistério, aventura e um pouco de investigação. Trabalha uma série de personagens, e suas relações interpessoais. Depois, precisa simplesmente de alguém genial o suficiente para conseguir por a musicalidade correta em cada cena, para que combine com cada personagem, cada momento e sentimento. Quando falamos de Vampire Diaries, esse gênio musical é Chris Mollere.

Aqui começa mais um The Music Diaries, do episódio 3×15 “All My Children”, e abaixo, começamos a analisar as escolhas de Chris Mollere. Vamos inciar então com a musica que ele escolheu para abrir o episódio, no momento que Elena liga para Stefan e em seguida para Damon: “Poison & Wine”, dos The Civil Wars. Segue.

Eu queria que você me abraçasse quando eu viro de costas

Quanto menos eu dou, mais eu recebo

Suas mão podem curar

Suas mãos podem machucar

Eu não tenho escolha

Mas ainda assim escolheria você

Eu não te amo

Mas sempre amarei

  Achei a escolha dessa musica genial. Sua melodia leve, combina com o início do episódio, e com a fotografia clara da cena. Sem contar na letra,  que é sempre o que me impressiona mais. Estamos falando aqui no triangulo amoroso que tanto conhecemos, e quem leu o trecho de “Poison & Wine” com atenção, com certeza conseguiu fazer a relação.  Acho  que as primeiras quatro frases da musica fazem uma analogia com o sentimento de Damon por Elena, dizendo que quando ele resolve ser uma pessoa melhor, ainda assim, ele não recebe a atenção que gostaria. Ao mesmo tempo que Elena “curou” o fato de ele nao se importar com nada, machucou-o por no fim, ser como Katherine: escolher o outro irmão.

Já as quatro frases seguintes, se relacionam melhor com o sentimento da própria Elena por cada um dos Salvotore. Primeiro, por Stefan. Como diz na musica, ela não pode escolher um deles, pois precisa conviver com os dois. Mas ainda assim, sempre escolheria Stefan, quem ela ama de verdade. Depois, fala de Damon, dizendo que não o ama – da forma como ama Stefan – mas que ainda assim sempre amará, pois dentro de todos os defeitos, ele tem sentimentos fortes por ela, o que é claramente perceptível, deixando-a balançada.

A próxima música tem a mesma genialidade, mas de uma forma mais superficial e divertida, como foi a cena. Não sei vocês, mas adorei a hora que Rebekah entra na sala onde estavam os seus irmãos originais quase numa passarela de vergonha, com os comentários hostis de todos, ao som de  “Fire Scape”, do Civil Twilight.

Nos somos os cansados, cansados por dormir demais

Cansados por procurar palavras que não podemos repetir

Não queremos lhe assustar, mas está ficando quente demais

Precisamos abrir a porta

Bom, eles devem estar cansados mesmo, depois do tempo que o maninho Nik (a.k.a Klaus) deixou eles nos caixões. E agora toda situação com a mãe bruxa que quer matar todos os filhos está realmente deixando as coisas quentes demais. Acho que a porta mencionada, podemos interpretar como a porta para o caos, porque depois do fim desse episódio, não sabemos mais o que vai acontecer com essa família conservadora, porém nada tradicional.

E pra terminar,  achei muito emocionante todo contexto do que Caroline diz para Elena sobre Bonnie no finzinho do episódio. Realmente, Bonnie sempre faz de tudo para ajudar a todos, e principalmente Elena, mas de uma forma ou de outra, ela sempre acaba magoada. Perdeu sua avó para salvar Stefan, e agora a mãe virou vampira para salvar Elena, entre uma série de outras coisas. Bonnie sempre faz coisas que não gostaria em prol do bem alheio. Isso faz dela uma personagem incrível, mas delicada. Acho ela muito bem construída pelos roteiristas. Toda mundança de personalidade dela é calçada em um evento, o que deixa a atmosfera da historia realista. A cena, ao som de “Guarded” do Kevin Hale ficou ainda mais intensa.

Foi difícil perdoar

Custou tempo demais para perdoar

Tentei em vão esquecer, tentei de tudo

Mas nao serei livre enquanto não houver paz

E não souber onde deu errado

E porque a culpa é minha

Lembram da primeira temporada, quando a avó de Bonnie morre? Ela ficou um tempo distante de Elena, por culpar Stefan pela morte da vó. Demorou, mas ela perdoou os dois. Porém, é o tipo de acontecimento que não se esquece, e cada vez que algo ruim acontece, a lembrança vem junto. Bonnie quer acabar com Klaus para ter paz, para poder parar de sofrer com todos os acontecimentos. Ao mesmo tempo, ela não entende como é sempre ela que acaba machucada, então ela tem uma eterna duvida se está ou não fazendo o certo, quer descobrir o que está errado para não precisar sentir-se culpada, além do sofrimento que já sente.

Ao menos, esse é meu ver. Gostei muito desse episódio, em termos de storyline e também de trilha sonora. Lembrando que agora passamos um tempinho sem TVD, e que o episódio 3×16 sai só no dia 15 de Março.

Até lá, mantemos contato pelo twitter. Sigam pra ficar de olho nas novidades da trilha sonora da série, e para uma dose diária de bobagem. Aguardo vocês lá! @feschein

Até mais!



This entry was posted on Friday, February 24th, 2012 at 13:17 and is filed under Uncategorized. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.



7 Responses to “The Music Diaries – 3×15 – All My Children”

  1. Comment by Cristiane in 25/02/2012 @ 00:35

    Nossa esse site ta um saco… primeiro : repete mil vezes a mesma materia, é um pagina inteira as vezes só repitindo a mesma matéria… segundo: nunca mais teve nada de novu, parece q vcs nao estao mais se dedicando ao maximo por TVD… tanto q nunca mais se viu tanto comentarios quanto tinha por aqui numa matéria… e terceiro… CARACA muuuuuda pelo amor de deus essa fã do mes … ta mais pra fã do ano pq ta ai a sééééculos… sério mesmo… eu simplismente A D O R A V A entrar aki… era entrar na internet e vinha direto pra ca… era minha pagina inicial… agoraa ta dificil hein!
    O que q aconteceu? a culpa nao foi da série… pq ela continua perfeita como desde q começou…
    É só um toque… de seguidora do site… vamos la geeente… animaçao ae… nós TVD maniacas precisamos de vcs!
    ;*

  2. Comment by Jeniifer in 26/02/2012 @ 00:36

    GENTEEE VAMO REAGIR! o que aconteceu? o site ta horrível ,parece que ta abandonado ,esse site era perfeito ,agora? LAMENTÁVEL!
    Precisamos de voces
    Beijos

  3. Comment by Junior in 26/02/2012 @ 02:17

    Pra Quê repetir a mesma besteira 10 mil vezes…….

    E posta coisas mais relevantes !!Please

  4. Comment by carla in 27/02/2012 @ 20:02

    Será que tem como arrumar essa repetição de posts? aparece 5 vezes o mesmo post ;/

  5. Comment by Kívia in 29/02/2012 @ 08:26

    Oi
    Eu gostaria de encomendar uma camiseta da série, ainda há tempo?
    Eu gostaria que você me respondesse pois eu vou compra uma camiseta e quero saber se é seguro, as formas de pagamento, quando eu vou receber a minha mercadoria e se vocês oferecem garantia caso a blusa não sirva direito.
    Obrigada
    Beijos
    P.S.: O seu site é demais! Visito ele todos os dias para ficar atualizada com as informações sobre a melhor série de TV do mundo. Amo The Vampire Diaries de verdade. E eu queria muito poder ajudar no site, se vocês quiserem estou a disposição.

  6. Comment by Elena in 03/03/2012 @ 13:58

    Adorei! Eu amo essa série, queria a Elena pudesse gostar mais do Damon, ele a ama MT MSM, e po o Stefan a ama mas nao quer ficar com ela e o Damon faz d tudo pra q aconteça isso. Torço pros dois serem felizes mas prefiro 100 por
    cento o DAMON e ELENA

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Então você cria seriado de vampiros que mistura romance, mistério, aventura e um pouco de investigação. Trabalha uma série de personagens, e suas relações interpessoais. Depois, precisa simplesmente de alguém genial o suficiente para conseguir por a musicalidade correta em cada cena, para que combine com cada personagem, cada momento e sentimento. Quando falamos de Vampire Diaries, esse gênio musical é Chris Mollere.

Aqui começa mais um The Music Diaries, do episódio 3×15 “All My Children”, e abaixo, começamos a analisar as escolhas de Chris Mollere. Vamos inciar então com a musica que ele escolheu para abrir o episódio, no momento que Elena liga para Stefan e em seguida para Damon: “Poison & Wine”, dos The Civil Wars. Segue.

Eu queria que você me abraçasse quando eu viro de costas

Quanto menos eu dou, mais eu recebo

Suas mão podem curar

Suas mãos podem machucar

Eu não tenho escolha

Mas ainda assim escolheria você

Eu não te amo

Mas sempre amarei

  Achei a escolha dessa musica genial. Sua melodia leve, combina com o início do episódio, e com a fotografia clara da cena. Sem contar na letra,  que é sempre o que me impressiona mais. Estamos falando aqui no triangulo amoroso que tanto conhecemos, e quem leu o trecho de “Poison & Wine” com atenção, com certeza conseguiu fazer a relação.  Acho  que as primeiras quatro frases da musica fazem uma analogia com o sentimento de Damon por Elena, dizendo que quando ele resolve ser uma pessoa melhor, ainda assim, ele não recebe a atenção que gostaria. Ao mesmo tempo que Elena “curou” o fato de ele nao se importar com nada, machucou-o por no fim, ser como Katherine: escolher o outro irmão.

Já as quatro frases seguintes, se relacionam melhor com o sentimento da própria Elena por cada um dos Salvotore. Primeiro, por Stefan. Como diz na musica, ela não pode escolher um deles, pois precisa conviver com os dois. Mas ainda assim, sempre escolheria Stefan, quem ela ama de verdade. Depois, fala de Damon, dizendo que não o ama – da forma como ama Stefan – mas que ainda assim sempre amará, pois dentro de todos os defeitos, ele tem sentimentos fortes por ela, o que é claramente perceptível, deixando-a balançada.

A próxima música tem a mesma genialidade, mas de uma forma mais superficial e divertida, como foi a cena. Não sei vocês, mas adorei a hora que Rebekah entra na sala onde estavam os seus irmãos originais quase numa passarela de vergonha, com os comentários hostis de todos, ao som de  “Fire Scape”, do Civil Twilight.

Nos somos os cansados, cansados por dormir demais

Cansados por procurar palavras que não podemos repetir

Não queremos lhe assustar, mas está ficando quente demais

Precisamos abrir a porta

Bom, eles devem estar cansados mesmo, depois do tempo que o maninho Nik (a.k.a Klaus) deixou eles nos caixões. E agora toda situação com a mãe bruxa que quer matar todos os filhos está realmente deixando as coisas quentes demais. Acho que a porta mencionada, podemos interpretar como a porta para o caos, porque depois do fim desse episódio, não sabemos mais o que vai acontecer com essa família conservadora, porém nada tradicional.

E pra terminar,  achei muito emocionante todo contexto do que Caroline diz para Elena sobre Bonnie no finzinho do episódio. Realmente, Bonnie sempre faz de tudo para ajudar a todos, e principalmente Elena, mas de uma forma ou de outra, ela sempre acaba magoada. Perdeu sua avó para salvar Stefan, e agora a mãe virou vampira para salvar Elena, entre uma série de outras coisas. Bonnie sempre faz coisas que não gostaria em prol do bem alheio. Isso faz dela uma personagem incrível, mas delicada. Acho ela muito bem construída pelos roteiristas. Toda mundança de personalidade dela é calçada em um evento, o que deixa a atmosfera da historia realista. A cena, ao som de “Guarded” do Kevin Hale ficou ainda mais intensa.

Foi difícil perdoar

Custou tempo demais para perdoar

Tentei em vão esquecer, tentei de tudo

Mas nao serei livre enquanto não houver paz

E não souber onde deu errado

E porque a culpa é minha

Lembram da primeira temporada, quando a avó de Bonnie morre? Ela ficou um tempo distante de Elena, por culpar Stefan pela morte da vó. Demorou, mas ela perdoou os dois. Porém, é o tipo de acontecimento que não se esquece, e cada vez que algo ruim acontece, a lembrança vem junto. Bonnie quer acabar com Klaus para ter paz, para poder parar de sofrer com todos os acontecimentos. Ao mesmo tempo, ela não entende como é sempre ela que acaba machucada, então ela tem uma eterna duvida se está ou não fazendo o certo, quer descobrir o que está errado para não precisar sentir-se culpada, além do sofrimento que já sente.

Ao menos, esse é meu ver. Gostei muito desse episódio, em termos de storyline e também de trilha sonora. Lembrando que agora passamos um tempinho sem TVD, e que o episódio 3×16 sai só no dia 15 de Março.

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Então você cria seriado de vampiros que mistura romance, mistério, aventura e um pouco de investigação. Trabalha uma série de personagens, e suas relações interpessoais. Depois, precisa simplesmente de alguém genial o suficiente para conseguir por a musicalidade correta em cada cena, para que combine com cada personagem, cada momento e sentimento. Quando falamos de Vampire Diaries, esse gênio musical é Chris Mollere.

Aqui começa mais um The Music Diaries, do episódio 3×15 “All My Children”, e abaixo, começamos a analisar as escolhas de Chris Mollere. Vamos inciar então com a musica que ele escolheu para abrir o episódio, no momento que Elena liga para Stefan e em seguida para Damon: “Poison & Wine”, dos The Civil Wars. Segue.

Eu queria que você me abraçasse quando eu viro de costas

Quanto menos eu dou, mais eu recebo

Suas mão podem curar

Suas mãos podem machucar

Eu não tenho escolha

Mas ainda assim escolheria você

Eu não te amo

Mas sempre amarei

  Achei a escolha dessa musica genial. Sua melodia leve, combina com o início do episódio, e com a fotografia clara da cena. Sem contar na letra,  que é sempre o que me impressiona mais. Estamos falando aqui no triangulo amoroso que tanto conhecemos, e quem leu o trecho de “Poison & Wine” com atenção, com certeza conseguiu fazer a relação.  Acho  que as primeiras quatro frases da musica fazem uma analogia com o sentimento de Damon por Elena, dizendo que quando ele resolve ser uma pessoa melhor, ainda assim, ele não recebe a atenção que gostaria. Ao mesmo tempo que Elena “curou” o fato de ele nao se importar com nada, machucou-o por no fim, ser como Katherine: escolher o outro irmão.

Já as quatro frases seguintes, se relacionam melhor com o sentimento da própria Elena por cada um dos Salvotore. Primeiro, por Stefan. Como diz na musica, ela não pode escolher um deles, pois precisa conviver com os dois. Mas ainda assim, sempre escolheria Stefan, quem ela ama de verdade. Depois, fala de Damon, dizendo que não o ama – da forma como ama Stefan – mas que ainda assim sempre amará, pois dentro de todos os defeitos, ele tem sentimentos fortes por ela, o que é claramente perceptível, deixando-a balançada.

A próxima música tem a mesma genialidade, mas de uma forma mais superficial e divertida, como foi a cena. Não sei vocês, mas adorei a hora que Rebekah entra na sala onde estavam os seus irmãos originais quase numa passarela de vergonha, com os comentários hostis de todos, ao som de  “Fire Scape”, do Civil Twilight.

Nos somos os cansados, cansados por dormir demais

Cansados por procurar palavras que não podemos repetir

Não queremos lhe assustar, mas está ficando quente demais

Precisamos abrir a porta

Bom, eles devem estar cansados mesmo, depois do tempo que o maninho Nik (a.k.a Klaus) deixou eles nos caixões. E agora toda situação com a mãe bruxa que quer matar todos os filhos está realmente deixando as coisas quentes demais. Acho que a porta mencionada, podemos interpretar como a porta para o caos, porque depois do fim desse episódio, não sabemos mais o que vai acontecer com essa família conservadora, porém nada tradicional.

E pra terminar,  achei muito emocionante todo contexto do que Caroline diz para Elena sobre Bonnie no finzinho do episódio. Realmente, Bonnie sempre faz de tudo para ajudar a todos, e principalmente Elena, mas de uma forma ou de outra, ela sempre acaba magoada. Perdeu sua avó para salvar Stefan, e agora a mãe virou vampira para salvar Elena, entre uma série de outras coisas. Bonnie sempre faz coisas que não gostaria em prol do bem alheio. Isso faz dela uma personagem incrível, mas delicada. Acho ela muito bem construída pelos roteiristas. Toda mundança de personalidade dela é calçada em um evento, o que deixa a atmosfera da historia realista. A cena, ao som de “Guarded” do Kevin Hale ficou ainda mais intensa.

Foi difícil perdoar

Custou tempo demais para perdoar

Tentei em vão esquecer, tentei de tudo

Mas nao serei livre enquanto não houver paz

E não souber onde deu errado

E porque a culpa é minha

Lembram da primeira temporada, quando a avó de Bonnie morre? Ela ficou um tempo distante de Elena, por culpar Stefan pela morte da vó. Demorou, mas ela perdoou os dois. Porém, é o tipo de acontecimento que não se esquece, e cada vez que algo ruim acontece, a lembrança vem junto. Bonnie quer acabar com Klaus para ter paz, para poder parar de sofrer com todos os acontecimentos. Ao mesmo tempo, ela não entende como é sempre ela que acaba machucada, então ela tem uma eterna duvida se está ou não fazendo o certo, quer descobrir o que está errado para não precisar sentir-se culpada, além do sofrimento que já sente.

Ao menos, esse é meu ver. Gostei muito desse episódio, em termos de storyline e também de trilha sonora. Lembrando que agora passamos um tempinho sem TVD, e que o episódio 3×16 sai só no dia 15 de Março.

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Então você cria seriado de vampiros que mistura romance, mistério, aventura e um pouco de investigação. Trabalha uma série de personagens, e suas relações interpessoais. Depois, precisa simplesmente de alguém genial o suficiente para conseguir por a musicalidade correta em cada cena, para que combine com cada personagem, cada momento e sentimento. Quando falamos de Vampire Diaries, esse gênio musical é Chris Mollere.

Aqui começa mais um The Music Diaries, do episódio 3×15 “All My Children”, e abaixo, começamos a analisar as escolhas de Chris Mollere. Vamos inciar então com a musica que ele escolheu para abrir o episódio, no momento que Elena liga para Stefan e em seguida para Damon: “Poison & Wine”, dos The Civil Wars. Segue.

Eu queria que você me abraçasse quando eu viro de costas

Quanto menos eu dou, mais eu recebo

Suas mão podem curar

Suas mãos podem machucar

Eu não tenho escolha

Mas ainda assim escolheria você

Eu não te amo

Mas sempre amarei

  Achei a escolha dessa musica genial. Sua melodia leve, combina com o início do episódio, e com a fotografia clara da cena. Sem contar na letra,  que é sempre o que me impressiona mais. Estamos falando aqui no triangulo amoroso que tanto conhecemos, e quem leu o trecho de “Poison & Wine” com atenção, com certeza conseguiu fazer a relação.  Acho  que as primeiras quatro frases da musica fazem uma analogia com o sentimento de Damon por Elena, dizendo que quando ele resolve ser uma pessoa melhor, ainda assim, ele não recebe a atenção que gostaria. Ao mesmo tempo que Elena “curou” o fato de ele nao se importar com nada, machucou-o por no fim, ser como Katherine: escolher o outro irmão.

Já as quatro frases seguintes, se relacionam melhor com o sentimento da própria Elena por cada um dos Salvotore. Primeiro, por Stefan. Como diz na musica, ela não pode escolher um deles, pois precisa conviver com os dois. Mas ainda assim, sempre escolheria Stefan, quem ela ama de verdade. Depois, fala de Damon, dizendo que não o ama – da forma como ama Stefan – mas que ainda assim sempre amará, pois dentro de todos os defeitos, ele tem sentimentos fortes por ela, o que é claramente perceptível, deixando-a balançada.

A próxima música tem a mesma genialidade, mas de uma forma mais superficial e divertida, como foi a cena. Não sei vocês, mas adorei a hora que Rebekah entra na sala onde estavam os seus irmãos originais quase numa passarela de vergonha, com os comentários hostis de todos, ao som de  “Fire Scape”, do Civil Twilight.

Nos somos os cansados, cansados por dormir demais

Cansados por procurar palavras que não podemos repetir

Não queremos lhe assustar, mas está ficando quente demais

Precisamos abrir a porta

Bom, eles devem estar cansados mesmo, depois do tempo que o maninho Nik (a.k.a Klaus) deixou eles nos caixões. E agora toda situação com a mãe bruxa que quer matar todos os filhos está realmente deixando as coisas quentes demais. Acho que a porta mencionada, podemos interpretar como a porta para o caos, porque depois do fim desse episódio, não sabemos mais o que vai acontecer com essa família conservadora, porém nada tradicional.

E pra terminar,  achei muito emocionante todo contexto do que Caroline diz para Elena sobre Bonnie no finzinho do episódio. Realmente, Bonnie sempre faz de tudo para ajudar a todos, e principalmente Elena, mas de uma forma ou de outra, ela sempre acaba magoada. Perdeu sua avó para salvar Stefan, e agora a mãe virou vampira para salvar Elena, entre uma série de outras coisas. Bonnie sempre faz coisas que não gostaria em prol do bem alheio. Isso faz dela uma personagem incrível, mas delicada. Acho ela muito bem construída pelos roteiristas. Toda mundança de personalidade dela é calçada em um evento, o que deixa a atmosfera da historia realista. A cena, ao som de “Guarded” do Kevin Hale ficou ainda mais intensa.

Foi difícil perdoar

Custou tempo demais para perdoar

Tentei em vão esquecer, tentei de tudo

Mas nao serei livre enquanto não houver paz

E não souber onde deu errado

E porque a culpa é minha

Lembram da primeira temporada, quando a avó de Bonnie morre? Ela ficou um tempo distante de Elena, por culpar Stefan pela morte da vó. Demorou, mas ela perdoou os dois. Porém, é o tipo de acontecimento que não se esquece, e cada vez que algo ruim acontece, a lembrança vem junto. Bonnie quer acabar com Klaus para ter paz, para poder parar de sofrer com todos os acontecimentos. Ao mesmo tempo, ela não entende como é sempre ela que acaba machucada, então ela tem uma eterna duvida se está ou não fazendo o certo, quer descobrir o que está errado para não precisar sentir-se culpada, além do sofrimento que já sente.

Ao menos, esse é meu ver. Gostei muito desse episódio, em termos de storyline e também de trilha sonora. Lembrando que agora passamos um tempinho sem TVD, e que o episódio 3×16 sai só no dia 15 de Março.

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Aqui começa mais um The Music Diaries, do episódio 3×15 “All My Children”, e abaixo, começamos a analisar as escolhas de Chris Mollere. Vamos inciar então com a musica que ele escolheu para abrir o episódio, no momento que Elena liga para Stefan e em seguida para Damon: “Poison & Wine”, dos The Civil Wars. Segue.

Eu queria que você me abraçasse quando eu viro de costas

Quanto menos eu dou, mais eu recebo

Suas mão podem curar

Suas mãos podem machucar

Eu não tenho escolha

Mas ainda assim escolheria você

Eu não te amo

Mas sempre amarei

  Achei a escolha dessa musica genial. Sua melodia leve, combina com o início do episódio, e com a fotografia clara da cena. Sem contar na letra,  que é sempre o que me impressiona mais. Estamos falando aqui no triangulo amoroso que tanto conhecemos, e quem leu o trecho de “Poison & Wine” com atenção, com certeza conseguiu fazer a relação.  Acho  que as primeiras quatro frases da musica fazem uma analogia com o sentimento de Damon por Elena, dizendo que quando ele resolve ser uma pessoa melhor, ainda assim, ele não recebe a atenção que gostaria. Ao mesmo tempo que Elena “curou” o fato de ele nao se importar com nada, machucou-o por no fim, ser como Katherine: escolher o outro irmão.

Já as quatro frases seguintes, se relacionam melhor com o sentimento da própria Elena por cada um dos Salvotore. Primeiro, por Stefan. Como diz na musica, ela não pode escolher um deles, pois precisa conviver com os dois. Mas ainda assim, sempre escolheria Stefan, quem ela ama de verdade. Depois, fala de Damon, dizendo que não o ama – da forma como ama Stefan – mas que ainda assim sempre amará, pois dentro de todos os defeitos, ele tem sentimentos fortes por ela, o que é claramente perceptível, deixando-a balançada.

A próxima música tem a mesma genialidade, mas de uma forma mais superficial e divertida, como foi a cena. Não sei vocês, mas adorei a hora que Rebekah entra na sala onde estavam os seus irmãos originais quase numa passarela de vergonha, com os comentários hostis de todos, ao som de  “Fire Scape”, do Civil Twilight.

Nos somos os cansados, cansados por dormir demais

Cansados por procurar palavras que não podemos repetir

Não queremos lhe assustar, mas está ficando quente demais

Precisamos abrir a porta

Bom, eles devem estar cansados mesmo, depois do tempo que o maninho Nik (a.k.a Klaus) deixou eles nos caixões. E agora toda situação com a mãe bruxa que quer matar todos os filhos está realmente deixando as coisas quentes demais. Acho que a porta mencionada, podemos interpretar como a porta para o caos, porque depois do fim desse episódio, não sabemos mais o que vai acontecer com essa família conservadora, porém nada tradicional.

E pra terminar,  achei muito emocionante todo contexto do que Caroline diz para Elena sobre Bonnie no finzinho do episódio. Realmente, Bonnie sempre faz de tudo para ajudar a todos, e principalmente Elena, mas de uma forma ou de outra, ela sempre acaba magoada. Perdeu sua avó para salvar Stefan, e agora a mãe virou vampira para salvar Elena, entre uma série de outras coisas. Bonnie sempre faz coisas que não gostaria em prol do bem alheio. Isso faz dela uma personagem incrível, mas delicada. Acho ela muito bem construída pelos roteiristas. Toda mundança de personalidade dela é calçada em um evento, o que deixa a atmosfera da historia realista. A cena, ao som de “Guarded” do Kevin Hale ficou ainda mais intensa.

Foi difícil perdoar

Custou tempo demais para perdoar

Tentei em vão esquecer, tentei de tudo

Mas nao serei livre enquanto não houver paz

E não souber onde deu errado

E porque a culpa é minha

Lembram da primeira temporada, quando a avó de Bonnie morre? Ela ficou um tempo distante de Elena, por culpar Stefan pela morte da vó. Demorou, mas ela perdoou os dois. Porém, é o tipo de acontecimento que não se esquece, e cada vez que algo ruim acontece, a lembrança vem junto. Bonnie quer acabar com Klaus para ter paz, para poder parar de sofrer com todos os acontecimentos. Ao mesmo tempo, ela não entende como é sempre ela que acaba machucada, então ela tem uma eterna duvida se está ou não fazendo o certo, quer descobrir o que está errado para não precisar sentir-se culpada, além do sofrimento que já sente.

Ao menos, esse é meu ver. Gostei muito desse episódio, em termos de storyline e também de trilha sonora. Lembrando que agora passamos um tempinho sem TVD, e que o episódio 3×16 sai só no dia 15 de Março.

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